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	<title>aprovadas &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Dinho comemora aprovação nas contas relativas ao exercício financeiro de 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jun 2023 16:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovadas]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou nesta quinta-feira (16) as contas da Câmara Municipal de João Pessoa, relativas ao exercício financeiro de 2021. O período foi o primeiro do comando do atual presidente da Casa, Dinho Doswley, e foi marcado pelas dificuldades do segundo ano da pandemia da Covid-19. A decisão deu-se conforme [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovou nesta quinta-feira (16) as contas da Câmara Municipal de João Pessoa, relativas ao exercício financeiro de 2021. O período foi o primeiro do comando do atual presidente da Casa, Dinho Doswley, e foi marcado pelas dificuldades do segundo ano da pandemia da Covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão deu-se conforme voto do conselheiro Antonio Gomes Vieira Filho, relator do processo e, excepcionalmente, presidente dos trabalhos, em razão da ausência justificada do titular Fernando Catão. O atual presidente da Câmara de João Pessoa se manterá no comando do Legislativo Municipal até final da atual legislatura, no ano que vem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O primeiro ano foi um momento de arrumação da Casa, buscando economia em todos os contratos para melhorar a eficiência da gestão. Em alguns contratos, como o de internet, tivemos redução superior a 80%. O anexo 2 da Câmara, usado para o trabalho administrativo, foi alugado pela metade do preço anterior. E isso ocorreu em vários outros contratos. Tudo fruto do empenho que tivemos para equacionar as contas”, disse Dinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Câmara de João Pessoa disse que a chancela nas contas, feita pelo TCE, é um reconhecimento da boa gestão e da extrema obediência ao princípio da economicidade. “De lá para cá, temos aprimorado os procedimentos e trabalhado em consonância com a orientação do Tribunal de Contas do Estado, para que seja feito sempre o certo”, reforçou Dinho. (Com informações da assessoria da CMJP)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Em meio a críticas, Câmara aprova MP que reorganiza ministérios do governo Lula. Só dois paraibanos votaram contra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2023 10:56:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprovadas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (1º), a medida provisória que reestrutura os ministérios do Poder Executivo. A MP 1154/23, cuja vigência se encerra à meia-noite de hoje, será votada ainda nesta quinta pelo Senado. A MP fixa o número de ministérios em 31, além de 6 órgãos com status de ministério, [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta quinta-feira (1º), a medida provisória que reestrutura os ministérios do Poder Executivo. A MP 1154/23, cuja vigência se encerra à meia-noite de hoje, será votada ainda nesta quinta pelo Senado. A MP fixa o número de ministérios em 31, além de 6 órgãos com status de ministério, em um total de 37 ministros. O placar final foi de 337 votos a favor e 125 contra (e uma abstenção). Apenas dois deputados paraibanos votaram contra. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votaram sim</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)<br>Damião Feliciano (União-PB)<br>Gervásio Maia (PSB-PB)<br>Hugo Motta (Republican-PB)<br>Luiz Couto (PT-PB)<br>Mersinho Lucena (PP-PB)<br>Murilo Galdino (Republican-PB)<br>Romero Rodrigues (PSC-PB)<br>Ruy Carneiro (PSC-PB)<br>Wilson Santiago (Republican-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Votaram não</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cb Gilberto Silva (PL-PB)<br>Wellington Roberto (PL-PB)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a votação, deputados de partidos com cargos no governo, como o União Brasil, fizeram críticas à lentidão do governo para a liberação de emendas e cargos na administração federal. O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), fez um discurso duro, dizendo que o governo terá que andar com as próprias pernas em outras votações. As cobranças fisiológicas têm sido uma máxima na relação do Congresso com a equipe do presidente Lula (PT). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto aprovado é o parecer do relator da medida, deputado Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL). Algumas das principais mudanças ocorrem no Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, que perde a Política Nacional de Recursos Hídricos e a gestão do Cadastro Ambiental Rural (CAR) em âmbito federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em razão das mudanças, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional permanece, como no governo anterior, com os recursos hídricos, contando em sua estrutura com o Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) e a Agência Nacional de Águas (ANA), que passa a cuidar ainda do saneamento básico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Desenvolvimento Regional ficará também com a parte da compensação pelo uso dos recursos hídricos para a produção energética, devida pelas usinas hidrelétricas aos governos municipais, estaduais e federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o gerenciamento de sistemas de saneamento básico, resíduos sólidos e recursos hídricos, hoje no Meio Ambiente, vai para o Ministério das Cidades, que, no saneamento, atuará inclusive em terras indígenas. O CAR ficará com o Ministério de Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Florestas<br></strong>No caso da gestão de florestas, o Ministério do Meio Ambiente continua com aquelas públicas concedidas para a produção sustentável. Já a gestão de florestas plantadas continua com o Ministério da Agricultura, mas em articulação com o Meio Ambiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o texto aprovado, as políticas sobre proteção, recuperação da vegetação nativa e programas ambientais passam a englobar também outros biomas além da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na elaboração do zoneamento ecológico-econômico (ZEE) e de outros instrumentos de ordenamento territorial será abordado o planejamento espacial marinho em articulação com outros ministérios competentes (como da Pesca).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Povos Indígenas<br>Uma das novidades do texto original da MP em relação às estruturas anteriores é a criação, pela primeira vez, de um Ministério dos Povos Indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, pelo texto aprovado, a atribuição inicialmente dada pela MP de realizar o reconhecimento e a demarcação de terras indígenas não ficará mais com a pasta, voltando ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo ministério continuará com a competência de defender e gerir as terras e os territórios indígenas, além de tratar da política indigenista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos órgãos subordinados, a Fundação Nacional do Índio (Funai), passou a se chamar Fundação Nacional dos Povos Indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agricultura familiar<br>Outro ministério recriado pela MP é o do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, que cuidará também da identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação e titulação de terras de comunidades quilombolas, observadas as competências do Ministério da Igualdade Racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório de Isnaldo Bulhões inclui outras competências para esse ministério:</p>



<p class="wp-block-paragraph">assistência técnica para agricultura periurbana e a ocupações de agroecologia e turismo rural;<br>recuperação e conservação de áreas degradadas para o desenvolvimento rural sustentável, observadas as competências do Ministério do Meio Ambiente; e<br>promoção da produção de alimentos saudáveis por meio da transição agroecológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>
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