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	<title>aprova &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Nov 2023 00:01:06 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Senado aprova tributação de super-ricos e fundos mantidos no exterior</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/senado-aprova-tributacao-de-super-ricos-e-fundos-mantidos-no-exterior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 00:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[super-ricos]]></category>
		<category><![CDATA[tributação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os senadores aprovaram na tarde desta quinta-feira (29) o projeto de lei que muda a tributação de rendas obtidas com fundos exclusivos de investimento e offshores &#8211; empresas no exterior que administram fundos de investimentos. O texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A taxação é uma das principais apostas do [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os senadores aprovaram na tarde desta quinta-feira (29) o projeto de lei que muda a tributação de rendas obtidas com fundos exclusivos de investimento e offshores &#8211; empresas no exterior que administram fundos de investimentos. O texto segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxação é uma das principais apostas do governo federal para aumentar a arrecadação de impostos, elevando os tributos dos mais ricos do Brasil. No parecer, o relator do projeto, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), estima montante de R$ 13 bilhões somente em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo projeto aprovado, as regras dos fundos exclusivos serão igualadas às dos demais fundos. Com isso, os super-ricos pagarão o “come-cotas” (recolhimento periódico do imposto de renda) a partir de 2024 de 15% sobre o rendimento para fundos de longo prazo, sendo 20% no caso dos investimentos de até 1 ano (curto prazo). Os fundos serão tributados a cada 6 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, apenas 2,5 mil brasileiros aplicam em fundos exclusivos, que somam R$ 756 bilhões em patrimônio e respondem, sozinhos, por 12,3% da indústria de fundos do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos fundos offshores, muito usado por investidores super-ricos que entregam bens no exterior para terceiros administrarem, o projeto prevê uma cobrança anual de 15% de IR a partir de 2024. A tributação será feita uma vez ao ano, no dia 31 de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, quem tem dinheiro em offshore só paga 15% de IR sobre o ganho de capital quando e se o dinheiro voltar ao Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira o projeto aprovado:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Fundos exclusivos</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como funciona atualmente: tributação apenas no momento do resgate do investimento;</li>



<li>Instrumento: originalmente era medida provisória, mas texto foi incorporado a projeto de lei;</li>



<li>Tributação: alíquota de 15% (fundos de longo prazo) ou de 20% (fundos de curto prazo, de até um ano) de Imposto de Renda sobre os rendimentos uma vez a cada semestre por meio do mecanismo chamado “come-cotas” a partir do ano que vem. Fundos com maiores prazos de aplicação têm alíquotas mais baixas por causa da tabela regressiva de Imposto de Renda;</li>



<li>Atualização antecipada: quem optar por começar a pagar o “come-cotas” em 2023 pagará 8% sobre o estoque dos rendimentos (tudo o que rendeu até 2023). O governo propôs dois modelos de pagamento:</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">– 8% para quem parcelar em quatro vezes, com a primeira prestação a partir de dezembro. Na medida provisória, o governo tinha proposto alíquota de 10% nessa situação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– 15% para quem parcelar em 24 vezes (dois anos), com primeira prestação a partir de maio de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Offshore e trusts</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Como funciona atualmente: recursos investidos em offshores, empresas no exterior que abrigam fundos de investimentos, só pagam 15% de Imposto de Renda sobre ganho de capital se voltarem ao Brasil.</li>



<li>Instrumento: projeto de lei.</li>



<li>Tributação: 15% de cobrança anual de rendimentos a partir de 2024, mesmo se dinheiro ficar no exterior. Governo tinha proposto alíquotas progressivas de 0% a 22,5%, conforme os rendimentos anuais.</li>



<li>Apuração: lucros das offshores serão apurados até 31 de dezembro de cada ano.</li>



<li>Forma de cobrança: tributação dos trusts, relação jurídica em que dono do patrimônio transfere bens para terceiros administrarem.</li>



<li>Como funcionam os trusts: atualmente, legislação brasileira não trata dessa modalidade de investimento, usada para reduzir o pagamento de tributos por meio de elisão fiscal (brechas na legislação) e facilitar distribuição de heranças em vida.</li>



<li>Atualização antecipada: quem optar por atualizar o valor do estoque dos rendimentos (tudo o que rendeu até 2023) pagará menos. Nesse caso, a adesão é voluntária. O governo propôs dois modelos de pagamento:</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">– 8% para quem parcelar em quatro vezes, com a primeira prestação a partir de dezembro. Na medida provisória, o governo tinha proposto alíquota de 10% nessa situação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– 15% para quem parcelar em 24 vezes (dois anos), com primeira prestação a partir de maio de 2024.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Variação cambial: lucro com alta do dólar não será tributado em duas situações:</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">– variação cambial de depósitos em conta corrente ou em cartão de crédito ou débito no exterior, desde que os depósitos não sejam remunerados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">– variação cambial de moeda estrangeira para vendas de moeda de até US$ 5 mil por ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fiagro e fundos de investimentos imobiliários</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Definição: Fiagros são fundos de investimento em cadeias agroindustriais, fundos de investimentos imobiliários são fundos que aplicam em imóveis.</li>



<li>Como funciona atualmente: fundos com pelo menos 50 cotistas e com cotas negociadas na bolsa de valores ou em mercados de balcão de derivativos têm isenção de Imposto de Renda.</li>



<li>O que muda: para obter isenção de IR, número mínimo de cotistas sobe para 100, com limite de cotas entre familiares a 30% do patrimônio líquido total, incluindo parentes até o segundo grau. Receita Federal tinha proposto 500 cotistas, depois reduziu proposta para 300.</li>



<li>Impacto: segundo relator, de 70 fundos do tipo, apenas quatro perderiam a isenção do IR.</li>
</ul>



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			</item>
		<item>
		<title>ALPB aprova projeto que isenta municípios de apresentar certidões negativas em convênios com o Estado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/alpb-aprova-projeto-que-isenta-municipios-de-apresentar-certidoes-negativas-em-convenios-com-o-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 18:35:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[alpb]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[certidões]]></category>
		<category><![CDATA[municípios]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (08), Projeto de Lei, de autoria do presidente da Casa, deputado Adriano Galdino (Republicanos), que isenta os municípios paraibanos de até 50 mil habitantes de apresentarem certidões negativas necessárias para firmar convênios com o Estado da Paraíba. Apresentado durante sessão ordinária desta terça-feira, o [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) aprovou, por unanimidade, nesta terça-feira (08), Projeto de Lei, de autoria do presidente da Casa, deputado Adriano Galdino (Republicanos), que isenta os municípios paraibanos de até 50 mil habitantes de apresentarem certidões negativas necessárias para firmar convênios com o Estado da Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apresentado durante sessão ordinária desta terça-feira, o PL 756/2023 recebeu a subscrição de todos os parlamentares presentes na sessão. A Proposta especifica que a inadimplência desses municípios, identificada em cadastros ou sistema de informações financeiras, contábeis e fiscal, não impede a assinatura de convênios e o recebimento de transferência dos respectivos recursos financeiros, enquanto a pendência não for definitivamente resolvida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A população não deve ser impedida de celebrar e receber os recursos de convênios e parcerias. As prefeituras não devem enfrentar os efeitos negativos resultantes da suspensão das transferências de recursos federais devido à sua inadimplência. Isso ocorre em casos nos quais irregularidades foram praticadas por gestores anteriores. No entanto, se a administração atual puder comprovar que tomou medidas para corrigir a situação, as consequências negativas não deveriam ser aplicadas”, argumentou Galdino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Silvia Benjamin parabenizou a iniciativa do presidente Adriano Galdino e acrescentou que o PL “vai beneficiar cerca de 90% das cidades paraibanas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fissura labiopalatina</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os deputados aprovaram ainda o Projeto de Lei 464/2023, de autoria do deputado João Gonçalves, determinando que hospitais, maternidades, clínicas médicas e congêneres, públicos e privados, realizem notificação compulsória à Secretaria de Estado da Saúde sobre o nascimento de crianças com fissura lábio palatal no prazo de 48h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com esse projeto a gente vai procurar aproximar todo o segmento de saúde para notificar e, a partir daí, a gente ter a medida certa e desenvolver ações de saúde visando àqueles que nasceram com essa fissura”, explicou João. (Com informações da assessoria da ALPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Mesmo com pressão de Bolsonaro, Câmara aprova texto-base da reforma tributária com ampla maioria</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mesmo-com-pressao-de-bolsonaro-camara-aprova-texto-base-da-reforma-tributaria-em-primeiro-turno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Jul 2023 01:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[reforma]]></category>
		<category><![CDATA[tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou, por 382 votos a 118 o texto-base da reforma tributária (PEC 45/19), que simplifica impostos sobre o consumo, prevê fundos para bancar créditos do ICMS até 2032 e para o desenvolvimento regional, além da unificação da legislação dos novos tributos. A votação com grande vantagem ocorreu em meio à pressão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou, por 382 votos a 118 o texto-base da reforma tributária (PEC 45/19), que simplifica impostos sobre o consumo, prevê fundos para bancar créditos do ICMS até 2032 e para o desenvolvimento regional, além da unificação da legislação dos novos tributos. A votação com grande vantagem ocorreu em meio à pressão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre os parlamentares mais conservadores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Plenário deve começar a votar os destaques apresentados pelos partidos na tentativa de mudar trechos do substitutivo do relator, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o destaque for para retirar uma parte do texto, serão necessários 308 votos para mantê-lo da redação final.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o texto, uma lei complementar criará o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) – para englobar o ICMS e o ISS – e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) para substituir o PIS, o PIS-Importação, a Cofins e a Cofins-Importação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cesta básica<br>Novidade em relação a outras versões de reforma, haverá isenção do IBS e da CBS para uma cesta básica nacional de produtos a serem definidos em lei complementar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, vários setores contarão com redução de alíquotas em 60% ou 100%, também conforme definido em lei. Entre esses setores estão serviços de educação, saúde, medicamentos e cultura, produtos agropecuários e transporte coletivo de passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Deputados federais aprovam prisão de 4 anos e multa para quem discriminar políticos e familiares</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/deputados-federais-aprovam-prisao-de-4-anos-e-multa-para-quem-discriminar-politicos-e-familiares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jun 2023 10:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[deputados]]></category>
		<category><![CDATA[discriminação]]></category>
		<category><![CDATA[Políticos]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14) projeto de lei que tipifica o crime de negar a abertura ou manutenção de conta e concessão de crédito a pessoas politicamente expostas. O Projeto de Lei 2720/23, da deputada Dani Cunha (União-RJ), será enviado ao Senado. A proposta foi aprovada na forma de substitutivo do relator, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14) projeto de lei que tipifica o crime de negar a abertura ou manutenção de conta e concessão de crédito a pessoas politicamente expostas. O Projeto de Lei 2720/23, da deputada Dani Cunha (União-RJ), será enviado ao Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta foi aprovada na forma de substitutivo do relator, deputado Claudio Cajado (PP-BA). De acordo com o texto, a pena será de reclusão de 2 a 4 anos e multa para quem negar a abertura de conta ou sua manutenção ou mesmo a concessão de crédito ou outro serviço. Essa negativa abrange até mesmo pessoa jurídica controlada por pessoa politicamente exposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das pessoas politicamente expostas, em geral políticos eleitos e detentores de altos cargos nos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e nas três esferas de governo (federal, estadual e municipal), o projeto abrange as pessoas que estejam respondendo a investigação preliminar, termo circunstanciado, inquérito ou a qualquer outro procedimento investigatório de infração penal, civil ou administrativa, ou pessoas que figuram como rés em processo judicial em curso (sem trânsito em julgado).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o deputado Claudio Cajado, o projeto permite às pessoas politicamente expostas “terem acesso ao fundamento usado para a recusa do exercício de direitos que qualquer cidadão tem”. &#8220;Se a pessoa é devedora, tem cadastro negativo, há uma justificativa cabível, lógica e coerente. Porém, o fato de ela ser parente de um político não é justificativa e, na vida real, isso está acontecendo&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a autora, deputada Dani Cunha, ressaltou que a proposta tem o objetivo de encerrar discriminação. &#8220;Se você tem hoje um pedido para abrir uma conta em uma instituição financeira negado, é preciso haver um motivo&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas e familiares<br>No caso das pessoas politicamente expostas, as normas do projeto alcançam ainda as pessoas jurídicas das quais elas participam, os familiares e os estreitos colaboradores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São considerados familiares os parentes, na linha direta, até o segundo grau, o cônjuge, o companheiro, a companheira, o enteado e a enteada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os estreitos colaboradores são classificados como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. detentores de mandatos eletivos dos poderes Executivo e Legislativo da União;<br>ministro de Estado ou equiparado;<br>. ocupante de Cargo de Natureza Especial ou equivalente no Poder Executivo da União;<br>. presidente, vice-presidente e diretor, ou equivalentes, de entidades da administração pública indireta no Poder Executivo da União;<br>. ocupante de cargos de Direção e Assessoramento Superior (DAS) de nível 6 ou equivalente no Poder Executivo da União;<br>membros do Supremo Tribunal Federal, do Conselho Nacional de Justiça, dos tribunais superiores, dos tribunais regionais federais, dos tribunais regionais do Trabalho, dos tribunais regionais eleitorais, do Conselho Superior da Justiça do Trabalho e do Conselho da Justiça Federal;<br>. membros do Conselho Nacional do Ministério Público, procurador-geral da República, vice-procurador-geral da República, procurador-geral do Trabalho, procurador-geral da Justiça Militar, subprocuradores-gerais da República e procuradores-gerais de Justiça dos estados e do Distrito Federal;<br>. membros do Tribunal de Contas da União, procurador-geral e subprocuradores-gerais do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União;<br>. presidentes e tesoureiros nacionais, ou equivalentes, de partidos políticos;<br>. governadores, vice-governadores, secretários de estado e do Distrito Federal, deputados estaduais e distritais, presidentes, ou equivalentes, de entidades da administração pública indireta estadual e distrital e presidentes de tribunais militares, de Justiça, de Contas ou equivalentes de estado e do Distrito Federal;<br>. prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, secretários municipais, presidentes ou equivalentes de entidades da administração pública indireta municipal e presidentes de tribunais de contas de municípios ou equivalentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a identificação das pessoas expostas politicamente, deverá ser consultado o Cadastro Nacional de Pessoas Expostas Politicamente (CNPEP), disponível no Portal da Transparência, ou outras bases de dados oficiais publicizadas pelo poder público.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>No exterior<br></strong>O texto de Claudio Cajado também considera politicamente expostas e abrangidas pelo projeto aquelas pessoas que sejam, no exterior:</p>



<p class="wp-block-paragraph">. chefes de Estado ou de governo;<br>. políticos de escalões superiores;<br>. ocupantes de cargos governamentais de escalões superiores;<br>. oficiais generais;<br>. membros de escalões superiores do Poder Judiciário;<br>. executivos de escalões superiores de empresas públicas; e<br>dirigentes de partidos políticos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De igual forma, o texto considera pessoas expostas politicamente os dirigentes de escalões superiores de entidades de direito internacional público ou privado, como órgãos das Nações Unidas, por exemplo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dani Cunha, autora do projeto de lei<br>Quanto à identificação das pessoas politicamente expostas no exterior ou dessas entidades, devem ser consultadas fontes abertas e bases de dados públicas e privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todos os casos, a condição de pessoa exposta politicamente perdurará por cinco anos, contados da data em que a pessoa deixou de figurar nas posições listadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Críticas<br></strong>Para a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), os atuais obstáculos a transações financeiras são justificados. &#8220;A pessoa politicamente exposta é monitorada pelos órgãos de controle para evitar o enriquecimento ilícito e a lavagem de dinheiro&#8221;, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ela, a proposta cria privilégios. &#8220;Além disso, vai dificultar o controle sobre essas pessoas ao criar pena de prisão para quem se recusar a abrir contas e conceder crédito&#8221;, disse Melchionna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), a aprovação do projeto vai ter como consequência o aumento da taxa de juros. &#8220;A qualquer estelionatário, réu condenado em segunda instância, a qualquer pessoa criminosa está sendo garantida a abertura de conta no banco e inclusive a concessão de crédito&#8221;, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Abilio Brunini (PL-MT) também falou contra a proposta. &#8220;A discriminação contra as pessoas já é crime, agora fazer uma lei especial para os políticos não dá&#8221;, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a deputada Erika Kokay (PT-DF), a Câmara está legislando em causa própria. &#8220;Esta proposta cria uma redoma injustificável ao redor das pessoas politicamente expostas&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As críticas foram rebatidas pelo líder do União Brasil, deputado Elmar Nascimento (BA). Ele afirmou que não se trata de criar privilégios, mas de garantir que as pessoas que pretendem entrar na vida pública não sejam intimidadas por regras financeiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É inadmissível uma filha de um sócio nosso, um sobrinho nosso, sem qualquer tipo de problema, ter a sua conta sustada simplesmente por que é filho, sobrinho, ou parente de um político&#8221;, disse. Essas regras, segundo ele, afastam as pessoas da vida pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>Senado aprova equiparação de milícias e facções a terroristas</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/senado-aprova-equiparacao-de-milicias-e-faccoes-a-terroristas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 11:03:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[equiparação]]></category>
		<category><![CDATA[milícias]]></category>
		<category><![CDATA[senado]]></category>
		<category><![CDATA[terroristas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) um projeto de lei que tipifica como atos terroristas os crimes praticados em nome ou em favor de grupos organizados. O projeto de lei (PL) 3.283/2021 não precisa passar pelo plenário da Casa e pode seguir para a Câmara dos Deputados. Ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou nesta quarta-feira (10) um projeto de lei que tipifica como atos terroristas os crimes praticados em nome ou em favor de grupos organizados. O projeto de lei (PL) 3.283/2021 não precisa passar pelo plenário da Casa e pode seguir para a Câmara dos Deputados. Ele só será analisado pelos senadores em sessão plenária se for apresentado recurso nesse sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto equipara à atividade terrorista as ações de grupos criminosos organizados, como milícias e facções. O objetivo é diferenciá-los de criminosos que agem individualmente para garantir uma punição maior, com penas maiores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As milícias e outras associações criminosas têm exposto a população brasileira ao terror generalizado que a Lei Antiterror visa coibir. Assim, torna-se necessário aproximar a legislação de combate ao terrorismo daquela destinada à criminalidade organizada, evitando a repressão estatal seletiva e destinada apenas a pequenos delinquentes”, explicou o autor do projeto, Styvenson Valentim (Podemos – RN).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Penas</strong><br>O texto prevê prisão de cinco a dez anos para quem constituir, organizar, integrar, manter ou custear organização paramilitar, milícia particular, grupo ou esquadrão, para o fim de cometer crime. A pena também prevê pagamento de R$ 2 mil a R$ 3 mil de multa por dia. Pela lei em vigor, a penalidade é de um a três anos de prisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São previstas penas de 12 a 30 anos de prisão por manter monopólio territorial ou poder paralelo com uso de violência ou ameaça e por criar obstáculos à livre circulação de pessoas para exercer esse poder paralelo em determinada região.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Exceções</strong><br>A criminalização não se aplica à conduta individual ou coletiva de pessoas em manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional, direcionados por propósitos sociais ou reivindicatórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também não se aplica a atos com o objetivo de contestar, criticar, protestar ou apoiar, com o objetivo de defender direitos, garantias e liberdades constitucionais, sem prejuízo da tipificação penal contida em lei. (Agência Brasil)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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			</item>
		<item>
		<title>UFPB aprova &#8220;passaporte da vacina&#8221; para o retorno das aulas presenciais</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/ufpb-aprova-passaporte-da-vacina-para-o-retorno-das-aulas-presenciais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 16:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[retorno]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ufpb]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos, professores e funcionários da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) terão que comprovar o ciclo completo da vacinação para o retorno das atividades presenciais. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (25) pelos membros do Conselho Universitário (Consuni) da instituição de ensino superior. A votação ocorreu durante a manhã. A decisão, com larga maioria (36 [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os alunos, professores e funcionários da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) terão que comprovar o ciclo completo da vacinação para o retorno das atividades presenciais. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (25) pelos membros do Conselho Universitário (Consuni) da instituição de ensino superior. A votação ocorreu durante a manhã. A decisão, com larga maioria (36 votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção) foi tomada sem grandes oposições. Chamou a atenção, no entanto, a ausência do reitor, Valdiney Viana, e da vice-reitora, Liana Filgueira, que se ausentaram da presidência da reunião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem a presença do reitor e da vice, contrários à exigência do &#8220;passaporte da vacina&#8221;, a reunião foi conduzida pelo pró-reitor Edilean Aragon, da Pró-Reitoria Administrativa. O Consuni também votou favorável a requerimento de reunião extraordinária para apreciação do processo que determina a política institucional de retorno gradual e seguro às atividades presenciais na instituição. O debate também contou com acalorado debate com a vice-reitora, O processo está parado desde o ano passado e traz o detalhamento de como fazer a execução das medidas de biossegurança na UFPB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a conselheira do Consuni, Kelly Oliveira, apesar da urgência nesse processo, ele sequer havia sido pautado até hoje, o que levou vários conselheiros a solicitarem nesta sexta, em requerimento, que fosse realizada uma reunião extraordinária. Com isso a reitoria tem agora 72 horas para deliberar sobre a data desta reunião. Caso não o faça, uma comissão de três conselheiros pode determinar uma data.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão do Consuni ocorre quatro dias depois de o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecerem o direito de as universidades federais autorizarem a cobrança do passaporte da vacina. A medida foi adotada contra norma estabelecida pelo Minitério da Educação que proibia a exigência. As aulas foram iniciadas de forma não presencial e híbridas na última segunda-feira (21). A previsão de retorno presencialmente é no dia 21 de março. </p>



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		<title>TCE atende recurso e aprova contas de Cartaxo, que se livra de &#8220;inelegibilidade&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tce-atende-recurso-e-aprova-contas-de-cartaxo-que-se-livra-de-inelegibilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 18:46:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[contas]]></category>
		<category><![CDATA[luciano cartaxo]]></category>
		<category><![CDATA[suetonisoutomaior]]></category>
		<category><![CDATA[TCE]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), ganhou um motivo para comemoração nesta quarta-feira (18). Ao analisar recurso do ex-gestor, o Tribunal de Contas do Estado (TCE), por maioria, aprovou as contas do mandatário referentes ao exercício de 2019. Com isso, ele segue sem restrições para a disputa eleitoral no ano que vem. Os [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), ganhou um motivo para comemoração nesta quarta-feira (18). Ao analisar recurso do ex-gestor, o Tribunal de Contas do Estado (TCE), por maioria, aprovou as contas do mandatário referentes ao exercício de 2019. Com isso, ele segue sem restrições para a disputa eleitoral no ano que vem. Os balancetes tinham sido rejeitados, anteriormente, sob a alegação de contratação de elevado número de servidores por expecional interesse público. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na defesa o gestor apresentou justificativas, buscando mostrar que houve esforço para reduzir o número de contratados, enfatizando a realização de concursos públicos. O relator do processo, André Carlo Torres Pontes, em seu voto, manteve a decisão. Ele reiterou as irregularidades apontadas pela auditoria. Os demais membros da Corte, no entanto, entenderam que a mácula, de forma singular, não teria o condão de reprovar as contas daquele exercício. Os conselheiros, apesar disso, disse que o problema será observado em futuras prestações de contas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Fizemos uma gestão marcada pelo fortalecimento do controle interno, da transparência pública e do equilíbrio fiscal. Fico feliz que o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba tenha aprovado pelo sétimo ano consecutivo as contas da nossa gestão. O TCE tem cumprido um papel fiscalizador e educativo valioso, disponibilizando ferramentas importantes de governança para todos os gestores”, destacou Luciano Cartaxo após a decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante sua sustentação, o advogado Marco Villar defendeu que o ex-prefeito foi o gestor que mais realizou concursos públicos na história da Capital, contratando 3.680 servidores por esta modalidade. Ele ressaltou ainda que o próprio TCE já havia atestado, em processo referente ao exercício 2018 (06394/19), uma redução de 69,34% nas contratações por excepcional interesse público, mesmo com o crescimento da oferta dos serviços prestados pela Prefeitura à população.</p>



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		<title>Câmara aprova em segundo turno recriação das coligações. Proposta deve cair no Senado</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-em-segundo-turno-recriacao-das-coligacoes-proposta-deve-cair-no-senado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Aug 2021 11:49:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[coligações]]></category>
		<category><![CDATA[recriação]]></category>
		<category><![CDATA[segundo turno]]></category>
		<category><![CDATA[suetonisoutomaior]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno, nesta terça-feira (17), a possibilidade de coligações partidárias nas eleições de 2022. A proposta encontra resistência no Senado e deverá ser derrubada. A PEC da reforma eleitoral (Proposta de Emenda à Constituição 125/11) agora segue para a análise dos senadores, antes de ser enviada para a sanção [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou em segundo turno, nesta terça-feira (17), a possibilidade de coligações partidárias nas eleições de 2022. A proposta encontra resistência no Senado e deverá ser derrubada. A PEC da reforma eleitoral (Proposta de Emenda à Constituição 125/11) agora segue para a análise dos senadores, antes de ser enviada para a sanção presidencial. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que a medida entre em vigor, a PEC precisa virar emenda constitucional antes do começo de outubro (um ano antes do pleito). Atualmente, a Emenda Constitucional 97, de 2017, proíbe as coligações, que não puderam ser usadas nas eleições municipais de 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulheres e negros</strong><br>O texto aprovado é o substitutivo da relatora, deputada Renata Abreu (Pode-SP). Entre outras medidas, o texto prevê a contagem em dobro dos votos dados a candidatas e a negros para a Câmara dos Deputados, nas eleições de 2022 a 2030, para fins de distribuição entre os partidos políticos dos recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanhas (Fundo Eleitoral).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, essa contagem em dobro será aplicada apenas uma vez, ou seja, os votos para uma candidata negra, por exemplo, não poderão ser contados em dobro duas vezes. Um dos critérios para a distribuição dos recursos desses fundos é exatamente o número de votos obtidos, assim a ideia é estimular candidaturas desses grupos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cláusula de desempenho</strong><br>Nas votações desta terça-feira, os deputados retiraram do texto mudanças na cláusula de desempenho, que define quais partidos podem ter acesso a recursos do Fundo Partidário, do Fundo de Financiamento de Campanhas e do tempo de rádio e TV de propaganda eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança pretendia garantir o acesso aos partidos que tivessem ao menos cinco senadores. Atualmente, esse acesso é permitido para legendas que tenham atingido um mínimo de deputados federais ou uma percentagem mínima de votos para a Câmara dos Deputados distribuídos em 1/3 dos estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fidelidade partidária</strong><br>Sobre a fidelidade partidária, o texto aprovado prevê a perda do mandato dos deputados (federais, estaduais ou distritais) e vereadores que se desfiliarem da legenda, exceto quando o partido concordar ou em hipóteses de justa causa estipuladas em lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nenhum dos casos a mudança de partido será contada para fins de distribuição de recursos do Fundo Partidário, do Fundo Especial de Financiamento de Campanha e de acesso gratuito ao rádio e à televisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Lei 9.096/95 considera como justa causa o desligamento feito por mudança substancial ou desvio reiterado do programa partidário; grave discriminação política pessoal; e durante o período de 30 dias que antecede o prazo de filiação exigido em lei para concorrer à eleição (seis meses antes do pleito).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas votações do segundo turno, o Plenário retirou trecho de dispositivo sobre a fidelidade partidária que fazia referência ao sistema majoritário nas eleições para cargos legislativos. Como o &#8220;distritão&#8221; foi excluído no primeiro turno, o trecho perdeu o sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Incorporação de partidos</strong><br>O texto aprovado cria regras transitórias para três temas. Um deles, a incorporação de partidos, prevê que as sanções eventualmente recebidas pelos órgãos partidários regionais e municipais da legenda incorporada, inclusive as decorrentes de prestações de contas e de responsabilização de seus antigos dirigentes, não serão aplicadas ao partido incorporador nem aos seus novos dirigentes, exceto aos que já integravam o partido incorporado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto às anotações que devem ser enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre mudanças no estatuto do partido, o texto determina que serão objeto de análise apenas os dispositivos alterados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O terceiro ponto permite às fundações partidárias de estudo e pesquisa, doutrinação e educação política desenvolverem atividades amplas de ensino e formação, tais como cursos de formação e preparação em geral, incentivo à participação feminina na política, capacitação em estratégias de campanha eleitoral e cursos livres, inclusive os de formação profissional. Nesse último tópico, foi retirado do texto o caráter exclusivo de gratuidade desses cursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Regulamentos eleitorais</strong><br>Outro ponto tratado pela PEC 125/11 é a regra da anterioridade, segundo a qual a lei que mudar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação, mas não será aplicada à eleição seguinte se ela acontecer em menos de um ano da vigência da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, o texto determina a aplicação dessa regra também para as decisões interpretativas ou administrativas do Supremo Tribunal Federal (STF) ou do TSE.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Iniciativa popular</strong><br>O texto muda ainda os critérios para a apresentação de projetos de iniciativa popular, que são aqueles oriundos da sociedade civil por meio de apoio com a coleta de assinaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, a Constituição permite a apresentação desse tipo de projeto quando ele for apoiado por, no mínimo, 1% do eleitorado nacional distribuído pelo menos por cinco estados, e em cada um deles deve haver um mínimo de 0,3% de eleitores que subscrevem o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a PEC, essa iniciativa passa a depender apenas do apoio de 100 mil eleitores, independentemente da distribuição pelos estados, e podendo ser de forma eletrônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também permite consultas populares sobre questões locais, a serem realizadas juntamente com o pleito. Essas consultas dependerão de aprovação pela câmara municipal, devendo ser encaminhadas à Justiça Eleitoral até 90 dias antes das eleições. Para defender ou contrariar a proposta em análise, não poderá ser usado o tempo de propaganda gratuita de rádio e televisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Data da posse</strong><br>Quanto à data da posse de presidente da República e de governadores, o substitutivo muda de 1º de janeiro para 5 e 6 do mesmo mês, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, as novas datas valem apenas para as posses dos eleitos nas eleições gerais de 2026. Dessa forma, os mandatos dos eleitos em 2022 serão estendidos por mais alguns dias (até dia 5 para presidente e até dia 6 para governadores).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pleito antecipado</strong><br>O texto original da PEC, de autoria do deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), apenas adiava para a semana seguinte eleições em domingos próximos a feriados. Esse tema ficou de fora do texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com informações da Agência Câmara</p>



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