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	<title>anvisa &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Presidente da Anvisa rebate insinuações de Bolsonaro sobre &#8220;interesses&#8221; na vacinação de crianças e cobra retratação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Jan 2022 00:20:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi cobrado publicamente neste sábado (8) pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres. Militar da Marinha, o gestor quer que o mandatário se retrate por insinuações feiras em uma entrevista de que a agência teria atendido a interesses não republicanos para a aprovação da vacinação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi cobrado publicamente neste sábado (8) pelo diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres. Militar da Marinha, o gestor quer que o mandatário se retrate por insinuações feiras em uma entrevista de que a agência teria atendido a interesses não republicanos para a aprovação da vacinação para crianças com idades de 5 a 11 anos. Atualmente, já estão liberadas as vacinas para o grupo de 12 a 18 anos, inclusive com distribuição pelo Ministério da Saúde. Em relação às crianças, as vacinas ainda são aguardadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Você vai vacinar o teu filho contra algo que o jovem por si só, uma vez pegando o vírus, a possibilidade dele morrer é quase zero? O que que está por trás disso? Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí? Qual o interesse das pessoas taradas por vacina?&#8221;, declarou Bolsonaro na entrevista à TV Nova Nordeste. As declarações foram dadas na última quinta-feira (6). Nela, Bolsonaro minimizou as mortes e complicações decorrentes da Covid que atingem crianças nesta faixa etária. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Barra Torres é almirante da Marinha do Brasil e médico. Ele cobrou do presidente que se ele tem provas, &#8220;não perca tempo nem prevarique&#8221; e &#8220;determine imediata investigação policial&#8221;.  </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Confira a nota na íntegra:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nota – Gabinete do Diretor Presidente da Anvisa, Sr. Antonio Barra Torres</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao recente questionamento do Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, quanto à vacinação de crianças de 05 a 11 anos, no qual pergunta &#8220;Qual o interesse da Anvisa por trás disso aí?&#8221;, o Diretor Presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, responde:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Senhor Presidente, como Oficial General da Marinha do Brasil, servi ao meu país por 32 anos. Pautei minha vida pessoal em austeridade e honra. Honra à minha família que, com dificuldades de todo o tipo, permitiram que eu tivesse acesso à melhor educação possível, para o único filho de uma auxiliar de enfermagem e um ferroviário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como médico, Senhor Presidente, procurei manter a razão à frente do sentimento. Mas sofri a cada perda, lamentei cada fracasso, e fiz questão de ser eu mesmo, o portador das piores notícias, quando a morte tomou de mim um paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como cristão, Senhor Presidente, busquei cumprir os mandamentos, mesmo tendo eu abraçado a carreira das armas. Nunca levantei falso testemunho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vou morrer sem conhecer riqueza Senhor Presidente. Mas vou morrer digno. Nunca me apropriei do que não fosse meu e nem pretendo fazer isso, à frente da Anvisa. Prezo muito os valores morais que meus pais praticaram e que pelo exemplo deles eu pude somar ao meu caráter.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o senhor dispõe de informações que levantem o menor indício de corrupção sobre este brasileiro, não perca tempo nem prevarique, Senhor Presidente. Determine imediata investigação policial sobre a minha pessoa aliás, sobre qualquer um que trabalhe hoje na Anvisa, que com orgulho eu tenho o privilégio de integrar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, se o Senhor não possui tais informações ou indícios, exerça a grandeza que o seu cargo demanda e, pelo Deus que o senhor tanto cita, se retrate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estamos combatendo o mesmo inimigo e ainda há muita guerra pela frente.<br>Rever uma fala ou um ato errado não diminuirá o senhor em nada. Muito pelo contrário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antonio Barra Torres<br>Diretor Presidente &#8211; Anvisa<br>Contra-Almirante RM1 Médico<br>Marinha do Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Vacina: Anvisa recomenda suspensão da AstraZeneca para gestantes</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/vacina-anvisa-recomenda-suspensao-da-astrazeneca-para-gestantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2021 13:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[astrazeneca]]></category>
		<category><![CDATA[grávias]]></category>
		<category><![CDATA[suspender]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata do uso da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para mulheres gestantes. A orientação está em nota técnica emitida pela agência. A decisão ocorre depois do caso de morte de uma mulher grávida no Rio de Janeiro. O caso está sendo investigado pelo órgão. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata do uso da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para mulheres gestantes. A orientação está em nota técnica emitida pela agência.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1409263&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1409263&amp;o=node"> A decisão ocorre depois do caso de morte de uma mulher grávida no Rio de Janeiro. O caso está sendo investigado pelo órgão. O imunizante foi ministrado em grávidas na Paraíba. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI),&nbsp;do Ministério da Saúde&nbsp;A decisão é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra a covid-19 em uso no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O uso&nbsp;<em>off label</em>&nbsp;de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, ressaltou a Anvisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina vinha sendo usada em gestantes com comorbidades. Agora, só podem ser aplicadas nas grávidas a CoronaVac e a vacina da Pfizer. A AstraZeneca chegou a ser aplicada em mulheres grávidas em João Pessoa entre o final do mês passado e o início do atual. De acordo com a Prefeitura, no entanto, a opção ocorreu por apenas três dias. Atualmente está sendo ministrada apenas a da Pfizer para grávidas e puérperas com ou sem comorbidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rio de Janeiro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro decidiu suspender a vacinação de gestantes e puérperas na cidade até que “a investigação do caso de evento adverso em gestante seja finalizada pelo Ministério da Saúde e o Programa Nacional de Imunizações se pronuncie”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>São Paulo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Devido a essa orientação da Anvisa, a prefeitura de São Paulo suspendeu preventivamente a aplicação de vacinas contra covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para gestantes. A suspensão será mantida até que ocorra uma nova orientação por meio do PNI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacinação contra a covid-19 permanece em andamento e ganhou novos públicos elegíveis nesta terça-feira (11): metroviários, ferroviários, mães de recém-nascidos com comorbidades e pessoas com deficiência permanente inscritos no Benefício de Prestação Continuada (entre 55 e 59 anos).</p>
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		<title>Supremo dá 48 horas para Anvisa informar o que falta para liberar a vacina Sputnik V</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/supremo-da-48-horas-para-anvisa-informar-o-que-falta-para-liberar-a-vacina-sputnik-v/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 22:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[48 horas]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[lwwandowski]]></category>
		<category><![CDATA[ministro]]></category>
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		<category><![CDATA[supremo]]></category>
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					<description><![CDATA[Acabou a paciência. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, deu nesta segunda-feira (10) prazo de 48 horas para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informe quais documentos estão faltando para análise definitiva do pedido de autorização para importação e aplicação da vacina Sputnik V, usada na imunização contra a covid-19. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Acabou a paciência. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, deu nesta segunda-feira (10) prazo de 48 horas para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informe quais documentos estão faltando para análise definitiva do pedido de autorização para importação e aplicação da vacina Sputnik V, usada na imunização contra a covid-19. O imunizante é produzido pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi tomada a partir de uma petição protocolada pelo governo do Maranhão, que, em conjunto com outros estados, aguarda autorização da Anvisa para aplicação dos imunizantes. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/governadores-do-nordeste-e-pazuello-acertam-compra-da-vacina-sputnik-v/">Os gestores que compõem o Fórum de Governadores do Nordeste intermediaram em março a compra de 37 milhões de imunizantes, que seriam incorporados pelo Plano Nacional de Imunização</a>. A Anvisa, no entanto, não licenciou a vacina. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Preliminarmente, informe a Anvisa, em 48 horas, de maneira pormenorizada, quais os documentos faltantes para uma análise definitiva do pedido de autorização excepcional e temporária de importação e distribuição da vacina Sputnik V, subscrito pelo estado do Maranhão, sem prejuízo de franquear-lhe, de imediato, o pleno acesso aos autos do Processo SEI no 25351.908872/2021-00, o qual, segundo alega, tem sido obstado pela agência”, decidiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 26 de abril, a Anvisa negou a autorização para a importação e o uso emergencial do imunizante russo. Ao analisar os documentos recebidos, a agência apontou uma série de problemas, entre eles, a falta de alguns documentos e a presença de adenovírus com capacidade de replicação no corpo dos pacientes que receberem doses da vacina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A falta dos imunizantes tem feito com que os governadores redobrem as cobranças sobre o governo federal. O tema, que seria de saúde pública, acabou se transformando em questão política. Os governadores têm acusado a Anvisa de dificultar a aprovação do imunizante no período mais grave da pandemia. O assunto, inclusive, foi abordado durante a presença do ministro paraibano Marcelo Queiroga (Saúde) na CPI da Pandemia, no Senado. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>TRF-5, finalmente, liberou a produção de medicamentos à base da cannabis na PB</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/trf-5-finalmente-liberou-a-producao-de-medicamentos-a-base-da-cannabis-na-pb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2021 15:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Cannabis]]></category>
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					<description><![CDATA[O desembargador Cid Marconi, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), tomou uma decisão acertada. Ele revogou a decisão anterior que impedia a Abrace (Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança) de produzir medicamentos a base de cannabis medicinal. O magistrado havia suspendido a produção com base em pedido formulado pela Agência Nacional de Vigilância [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O desembargador Cid Marconi, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), tomou uma decisão acertada. Ele revogou a decisão anterior que impedia a Abrace (Associação Brasileira de Apoio Cannabis Esperança) de produzir medicamentos a base de cannabis medicinal. O magistrado havia suspendido a produção com base em pedido formulado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que apontava a necessidade de ajustes na produção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A produção da Abrace atende mais de 14 mil brasileiros que necessitam de uma medicação que precisaria ser importada a longo prazo. O medicamento atende pacientes que sofrem com depressão, convulsões, paralisias e transtornos. Os produtos, por serem feitos à base da cannabis, conseguiram grande oposição de setores da sociedade. Houve até um episódio, em João Pessoa, em que a Polícia Militar mobiliou um helicóptero para prender os funcionários da entidade, achando ser plantio ilegal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O desembargador fez uma visita ao local de produção na semana passada. Depois de conhecer o espaço, ele se disse impressionado com a relevância e eficácia dos extratos no tratamento de sintomas e das próprias doenças que afligem severamente os associados da autora, ainda que esse dado tenha sido colhido de forma empírica, sem a cientificidade que é desejável num caso como o presente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Também se verifica um razoável tempo de funcionamento da Associação (pelo menos desde 2015) sem que se tenha notícia de acidentes ou de efeitos colaterais relevantes, sendo certo que os depoimentos aos quais nos deparamos caminham no sentido inverso, ou seja, de mitigação de efeitos graves, como convulsões sistêmicas e recorrentes”, registrou desembargador na decisão. </p>
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