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	<title>anula &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Moraes anula votação da Câmara que livraria Zambelli da cassação e determina posse do suplente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 22:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[A felicidade da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) durou pouco. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da Câmara dos Deputados que preservou o mandato dela, mesmo com duas condenações com trânsito em julgado e determinação para a perda do cargo. O magistrado, ao analisar o caso, considerou nula [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A felicidade da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) durou pouco. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou a votação da Câmara dos Deputados que preservou o mandato dela, mesmo com duas condenações com trânsito em julgado e determinação para a perda do cargo. O magistrado, ao analisar o caso, considerou nula a decisão e ordenou nesta quinta-feira (11) a posse do suplente da parlamentar, Coronel Tadeu (PL-SP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A votação que resultou na preservação do mandato de Zambelli foi comandada pelo presidente da Casa, o paraibano Hugo Motta (Republicanos). Eram necessários 257 votos para a cassação, mas foram dados apenas 227 a favor. Os contrários foram minoria (170) e houve 10 abstenções. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a decisão, Moraes decretou a perda imediata do mandato parlamentar e determinou que o presidente da Câmara, deputado Hugo Mota (Republicanos-PB), efetive a posse do suplente no prazo máximo de 48 horas, conforme o artigo 241 do Regimento Interno da Casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Moraes, a deliberação da Câmara dos Deputados, que rejeitou a perda do mandato de Zambelli, &#8220;ocorreu em clara violação&#8221; à Constituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Trata-se de ATO NULO, por evidente inconstitucionalidade, presentes tanto o desrespeito aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade, quanto flagrante desvio de finalidade&#8221;, disse o ministro do Supremo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro também solicitou ao presidente da Primeira Turma do STF, Flávio Dino, o agendamento de uma sessão virtual para esta sexta-feira, das 11h às 18h, para que os demais ministros do colegiado julguem se confirmam ou não a decisão dada por ele. A Procuradoria-Geral da República foi comunicada da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Moraes, a Constituição Federal atribui ao Poder Judiciário a competência para determinar a perda do mandato parlamentar condenado criminalmente com trânsito em julgado. Nesses casos, explicou o magistrado, cabe à Mesa da Câmara apenas declarar a perda do mandato, por meio de um ato administrativo vinculado, conforme prevê a Constituição.</p>



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		<title>Supremo anula condenação de Eduardo Cunha imposta pela Lava Jato</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/supremo-anula-condenacao-de-eduardo-cunha-imposta-pela-lava-jato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 May 2023 19:27:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anula]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, nesta segunda-feira (29), a condenação de 16 anos de prisão que pesava contra o ex-deputado federal Eduardo Cunha. Ele foi um dos alvos da operação Lava Jato, sob suspeita de envolvimento em casos de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão foi proferida, em grau de recurso, pela [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou, nesta segunda-feira (29), a condenação de 16 anos de prisão que pesava contra o ex-deputado federal Eduardo Cunha. Ele foi um dos alvos da operação Lava Jato, sob suspeita de envolvimento em casos de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão foi proferida, em grau de recurso, pela Segunda Turma da Corte. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os magistrados viram correlação entre as acusações e supostos ilícitos eleitorais. Com isso, o caso foi enviado para a Justiça Eleitoral. Caberá ao novo juiz decidir se restabelece ou não a condenação de Cunha, além da validade das provas, ou se o caso será retomado da estaca zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do ex-deputado disse que a decisão mostra como Cunha foi alvo de &#8220;perseguição&#8221;. “A decisão do Supremo fez justiça e confirma aquilo que a defesa sustenta desde o início do processo e que agora está ficando claro para todo o país: Eduardo Cunha, assim como outros inúmeros réus, foi vítima de um processo de perseguição abusivo, parcial e ilegal e julgado por uma instância manifestamente incompetente&#8221;, diz a nota divulgada pelos advogados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) afirma que o ex-deputado foi beneficiado por um suposto pagamento de propina nos contratos de construção de navios-sonda da Petrobras, fechado entre a estatal e o estaleiro Samsung Heavy Industries.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ministros analisaram, no plenário virtual, uma ação da defesa de Cunha contra a condenação. Os advogados argumentaram que a sentença violava entendimento do STF de que cabe à Justiça Eleitoral julgar os casos de caixa dois, mesmo quando relacionados a outros crimes, como corrupção e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, a maioria do plenário do STF entendeu que Justiça Eleitoral, por ser especializada, tem prevalência sobre a Justiça comum, seja federal ou estadual, para analisar esses casos de crimes eleitorais conexos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relator da Lava Jato, o ministro Edson Fachin votou, em dezembro de 2022, para rejeitar a ação de Cunha. O ministro citou entendimento da Procuradoria-Geral da República de que os fatos não se enquadram em crimes eleitorais. O voto do relator foi seguido pelo ministro Ricardo Lewandowski.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Divergência<br></strong>Os ministros Nunes Marques e Andre Mendonça divergiram e entenderam que a competência para analisar as acusações contra Cunha era da Justiça Eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nunes Marques citou que os próprios delatores reconhecem a conexão de supostos crimes de corrupção e lavagem com os delitos eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro afirmou que a investigação foi aberta para apurar supostos pagamentos de vantagens indevidas a título de contribuições destinadas a &#8220;caixa-dois&#8221; eleitoral, e que delatores citaram que os recursos seriam usados na campanha de Cunha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Tais fatos, segundo penso, dão indícios de que teria ocorrido o cometimento, pelo investigado, do crime de falsidade ideológica eleitoral, previsto no art. 350 do Código Eleitoral. Assim, a competência para a persecução criminal é da Justiça Eleitoral, pois esse é o juízo competente para apreciação dos crimes comuns conexos ao crime eleitoral, nos termos da jurisprudência desta Suprema&#8221;, escreveu Nunes Marques.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após pedir mais tempo para analisar o caso, o ministro Gilmar Mendes votou também pela incompetência da Justiça Federal e envio da investigação para a Justiça Eleitoral. (Com informações do G1)</p>



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		<title>TRE cassa vereadores do Republicanos em Boa Ventura e fará nova eleição para a Câmara no município</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/tre-cassa-vereadores-do-republicanos-em-boa-ventura-e-fara-nova-eleicao-para-a-camara-no-municipio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Jul 2022 17:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[anula]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[boa ventura]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) vai marcar eleição suplementar para a cidade de Boa Ventura, na Paraíba, para a escolha de novos vereadores para a Câmara Municipal. A decisão foi proferida pela Corte nesta quinta-feira (29), por maioria de votos, ao analisar recurso interposto pelos acusados de fraude eleitoral. Os alvos da Ação de Investigação [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) vai marcar eleição suplementar para a cidade de Boa Ventura, na Paraíba, para a escolha de novos vereadores para a Câmara Municipal. A decisão foi proferida pela Corte nesta quinta-feira (29), por maioria de votos, ao analisar recurso interposto pelos acusados de fraude eleitoral. Os alvos da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) foram os vereadores Ronaldo Alvarenga, Junior Freitas, Zé Gordo, Dr Junior, Antonio Neto e Junior de Gato. Eles foram acusados de terem usado candidaturas femininas laranjas para fraudar a cota de gênero. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Acontece que, com a decisão, foram anulados mais de 50% dos votos, prejudicando o resultado das eleições. Quando isso acontece, de acordo com o art. 224 do Código Eleitoral, abre-se o prazo de 20 a 40 dias para que o TRE marque nova eleição proporcional em Boa Ventura. Pior para Livoneide Pinto (SD), Antonio Madalena (PSDB) e Ebinho (PSDB), que, apesar de não serem alvos da Aije, também terão que concorrer em uma nova eleição. Sim, vale ressaltar que todos os vereadores que tiveram o mandato cassado poderão concorrer novamente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A pena de inelegibilidade foi aplicada apenas contra Lenilda Lopes da Silva e Josefa Pereira Andrade, ambas citadas na denúncia como candidatas laranja. O relator do recurso no TRE foi o juiz federal Bianor Arruda Bezerra Neto. Segundo o entendimento dele, houve prática de abuso de poder. De acordo com as investigações, a lista de postulantes apresentada pelo Republicanos à Justiça Eleitoral continha o nome de 10 homens e 4 mulheres, o que, formalmente, atendia às exigências da lei que cobra o preenchimento da cota de gênero de 30%. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema é que, segundo a denúncia, Lenilda Lopes da Silva (Tia Nega) e Josefa Pereira Andrade (Ozelia) não concorreram de fato, pois não fizeram campanha nem buscaram os votos dos eleitores. A prova disso é que elas não declararam qualquer gasto de campanha e não havia nos perfis delas nas redes sociais nenhuma postagem fazendo referência às suas candidaturas ou pedindo voto. Ozelia obteve 1 voto e “Tia Nega”, mesmo sendo irmã da então prefeita (Talita Alves), obteve apenas 6 votos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O município, de acordo com a contagem da população feita pelo IBGE (Instituto Brasileira do Geografia e Estatística), Boa Ventura possui <strong>5.248 pessoas</strong> habitantes. </p>



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		<title>Tribunal de Justiça mantém anulação de concurso no Conde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 17:46:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba negou pedido para cassar o decreto do município do Conde, na Paraíba, que anulou o concurso público (Edital nº 001/2016) por indícios de fraude. O órgão judicial decidiu ainda pela não nomeação de candidatos aprovados dentro do número de vagas. A decisão foi proferida no [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba negou pedido para cassar o decreto do município do Conde, na Paraíba, que anulou o concurso público (Edital nº 001/2016) por indícios de fraude. O órgão judicial decidiu ainda pela não nomeação de candidatos aprovados dentro do número de vagas. A decisão foi proferida no julgamento de Agravo Interno, que teve a relatoria do desembargador José Ricardo Porto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os autos, o concurso foi anulado pela edilidade em razão de irregularidades ocorridas na fase de contratação da empresa e na fase de execução do próprio certame, bem como por irregularidades apuradas em face do que dispõe a Lei de Responsabilidade Fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao decidir sobre a matéria, o desembargador-relator acompanhou o parecer do Procurador de Justiça Herbert Douglas Targino. &#8220;Uma vez constatado que o concurso público estava nulo, não se criou ou gerou &#8216;chance&#8217; para ninguém, sendo desarrazoado e imprudente permitir alguma possibilidade de admissão ou produção de efeitos naquele contexto fático, sob pena de violar princípios constitucionais como da moralidade, da legalidade e da isonomia&#8221;, destaca um trecho do parecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator observou que foram apresentadas justificativas e documentos que comprovaram a regularidade na edição dos decretos impugnados e no procedimento que envolveu a exoneração dos candidatos aprovados no certame, reputado como ilegal pela municipalidade. &#8220;Além do mais, importante registrar que o Tribunal de Contas da Paraíba no Processo TC nº 06.944/17 foi categórico, ao afirmar que a auditoria apontou uma série de falhas na condução do certame, sugerindo inclusive a suspensão cautelar do mesmo, haja vista inúmeros questionamentos levantados sobre a lisura e transparência do concurso&#8221;, ressaltou.</p>



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