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	<title>alvo &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Suplente em disputa fracassada pelo Senado, paraibano Tércio Arnaud é um dos alvos da Polícia Federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2024 14:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alvo]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
		<category><![CDATA[tércio arnaud]]></category>
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					<description><![CDATA[O paraibano Tércio Arnaud Tomaz, assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), integrava um dos seis núcleos que a Polícia Federal diz ter sido criado no governo anterior para a tentativa de um golpe de estado. Ele foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O paraibano Tércio Arnaud Tomaz, assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), integrava um dos seis núcleos que a Polícia Federal diz ter sido criado no governo anterior para a tentativa de um golpe de estado. Ele foi um dos alvos dos mandados de busca e apreensão determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e cumpridos nesta quinta-feira (8) pela PF. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo que seria integrado pelo paraibano era o responsável pela produção, divulgação e amplificação de notícias falsas quanto à lisura das eleições presidenciais de 2022. A PF afirma que o objetivo era estimular seguidores a permanecerem na frente de quarteis e instalações das Forças Armadas, no intuito de criar o ambiente propício para o Golpe de Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Tércio Arnaud, integravam o grupo figuras como Mauro César Barbosa Cid, Anderson Torres, Angelo Martins Denicoli, Fernando Cerimedo, Eder Lindsay Magalhães Balbino, Hélio Ferreira Lima, Guilherme Marques Almeida, Sergio Ricardo Cavaliere de Medeiros e Tércio Arnaud Tomaz. Praticamente todos já eram investigados em outros inquéritos em tramitação no Supremo Tribunal Federal. Um deles é o que trata das milícias digitais e que atinge frontalmente o paraibano. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório da Polícia Federal aponta que os seis grupos se dividiam nos núcleos de desinformação e ataques ao sistema eleitoral; responsável por incitar militares a aderirem ao golpe de Estado; jurídico; operacional de apoio às ações golpistas; inteligência paralela, e o núcleo de oficiais de alta patente com influência e apoio a outros núcleos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tércio Arnaud foi candidato suplente na chapa de senador encabeçada por Bruno Roberto (PL), filho do deputado federal Wellington Roberto. Bruno ficou em quinto lugar na disputa, com 239 mil votos. </p>



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		<title>Carlos Bolsonaro é alvo de operação da PF que investiga existência de &#8220;Abin paralela&#8221;</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/carlos-bolsonaro-e-alvo-de-operacao-da-pf-que-investiga-existencia-de-abin-paralela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 12:02:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[abin paralela]]></category>
		<category><![CDATA[alvo]]></category>
		<category><![CDATA[carlos bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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					<description><![CDATA[O filho 02 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está entre os alvos de uma operação da Polícia Federal que investiga a existência, durante o governo passado, de uma espécie de Agência Brasileira de Inteligência (Abin) &#8220;paralela&#8221;. A acusação é de instrumentalização do órgão para espionar adversários do ex-gestor. Carlos Bolsonaro (Republicanos), alvo de mandados de [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O filho 02 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está entre os alvos de uma operação da Polícia Federal que investiga a existência, durante o governo passado, de uma espécie de Agência Brasileira de Inteligência (Abin) &#8220;paralela&#8221;. A acusação é de instrumentalização do órgão para espionar adversários do ex-gestor. Carlos Bolsonaro (Republicanos), alvo de mandados de busca e apreensão, é vereador do Rio de Janeiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados foram cumpridos na casa de Carlos Bolsonaro e também na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Assessores também são alvo da operação. A suspeita é de que assessores de Carlos Bolsonaro, que também são alvo da operação, pediam informações para o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Bolsonaro é vereador desde 2001 e está em seu sexto mandato consecutivo na Câmara Municipal do Rio. Ele foi apontado pelo ex-braço-direito de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, como chefe do chamado gabinete do ódio, uma estrutura paralela montada no Palácio do Planalto para atacar adversários e instituições – como o sistema eleitoral brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na última quinta-feira (25), o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, usou o órgão para fazer espionagem ilegal a favor da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Entre autoridades espionadas estavam a ex-deputada Joice Hasselmann, o ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação, Camilo Santana (PT) e o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia. (Com informações do G1)</p>



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		<title>Deputado paraibano assina pedido de impeachment do ministro Flávio Dino</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/deputado-paraibano-assina-pedido-de-impreachment-do-ministro-flavio-dino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 18:06:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[alvo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[pedido]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado federal paraibano Cabo Gilberto (PL) é um dos 44 parlamentares que assinaram um pedido de abertura de processo de impeachment contra o ministro Flávio Dino (Justiça). A lista inclui ainda parlamentares que integram partidos da base do presidente Lula (PT), a exemplo de MDB, PSD e União Brasil. As siglas, juntas, lideram oito [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado federal paraibano Cabo Gilberto (PL) é um dos 44 parlamentares que assinaram um pedido de abertura de processo de impeachment contra o ministro Flávio Dino (Justiça). A lista inclui ainda parlamentares que integram partidos da base do presidente Lula (PT), a exemplo de MDB, PSD e União Brasil. As siglas, juntas, lideram oito ministérios. Mas a maioria absoluta dos assinantes são filiados ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas eleições do ano passado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento para o pedido foi o não ter envia das imagens do dia 8 de janeiro em sua completude para a CPI que investiga os atos no Congresso Nacional. As solicitações foram feitas pelo presidente da comissão, o deputado Arthur Maia (União-BA). Dino respondeu que parte delas foi apagada pela prestadora de serviço que faz o monitoramento das filmagens. Isso porque o contrato não previa o armazenamento por um longo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, segundo o ministro, só estava preservado o que foi solicitado anteriormente pelas autoridades policiais. A justificativa, no entanto, não convenceu a oposição que alega que o não envio &#8220;comprova&#8221; que houve &#8220;fortes indícios de conduta ativa para exclusão das imagens&#8221;. Neste contexto, tenta enquadrar o ministro no crime de Fraude Processual. Apesar do barulho, sem maioria na Câmara, o pedido tende a não prosperar. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Flávio Dino foi, certamente, o mais convocado entre os auxiliares do presidente Lula para dar explicações no Congresso. Em todos os casos, usou de ironia frente às perguntas dos deputados e senadores da oposição, rebatendo todos os pontos das críticas apresentadas pelos interlocutores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja quem assinou o pedido:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja lista de assinantes:<br>Delegado Paulo Bilynskyj (PL/SP)<br>Coronel Assis (UNIÃO/MT)<br>Rodrigo Valadares (UNIÃO/SE)<br>Mauricio Marcon (PODE/RS)<br>Sivia Waiãpi (PL/AP)<br>Carla Zambeli (PL/SP)<br>General Girão (PL/RN)<br>Coronel Chisóstomó (PL/RO)<br>Dr Frederico (PATRIOTA/MG)<br>Messias Donato (REPUBLICANOS/ES)<br>Capitão Alden (PL/BA)<br>Nikolas Ferreira (PL/MG)<br>Junio Amaral (PL/MG)<br>Bia Kicis (PL/DF)<br>Zucco (REPUBLICANOS/RS)<br>Dr. Jaziel (PL/CE)<br>Zé Trovão (PL/SC)<br>Daniel Freitas (PL/SC)<br>Delegado Caveira (PL/PA)<br>Gilvan da Federal (PL/ES)<br>Maurício do Vôlei (PL/MG)<br>Marcos Pollon (PL/MS)<br>Marcelo Moraes (PL/RS)<br>André Fernandes (PL/CE)<br>Evair Vieira de Melo (PP/ES)<br>Delegado Éder Mauro (PL/PA)<br>Amália Barros (PL/MT)<br>Bibo Nunes (PL/RS)<br>Cabo Gilberto Silva (PL/PB)<br>Adilson Barroso (PL/SP)<br>Sargento Gonçalves (PL/RN)<br>Mario Frias (PL/SP)<br>Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP)<br>Marcio Alvino (PL/SP)<br>Sanderson (PL/RS)<br>Gustavo Gayer (PL/GO)<br>Pezenti (MDB/SC)<br>Coronel Meira (PL/PE)<br>Roberta Roma (PL/BA)<br>Julia Zanatta (PL-SC)<br>Caroline de Tori (PL-SC)<br>Sargento Fahur (PSD/PR)<br>Pastor Eurico (PL-PE)<br>Daniela Reinehr (PL-SC)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Filho 04 de Bolsonaro é alvo de operação que investiga grupo suspeito de estelionato e lavagem de dinheiro</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/filho-04-de-bolsonaro-e-alvo-de-operacao-que-investiga-grupo-de-estelionato-e-lavagem-de-dinheiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 11:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alvo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[jair renan]]></category>
		<category><![CDATA[polícia civil]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (24). Além de Jair Renan Bolsonaro, a Polícia Civil do Distrito Federal bateu na porta de dois outros suspeitos de envolvimento em suposto esquema de de estelionato, falsificação de documentos, sonegação fiscal e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/cicero-lucena-concentra-agenda-no-bairro-do-valentina/">. De olho na reeleição, Cícero Lucena concentra agenda no bairro do Valentina</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/camara-aprova-mp-que-aumenta-salario-minimo-e-amplia-isencao-do-ir/">. Câmara aprova MP que aumenta salário mínimo e amplia isenção do IR</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há dois mandados em dois endereços ligados Jair Renan: um apartamento em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, e outra no Sudoeste, área nobre de Brasília. Ao todo, os agentes cumprem cinco mandados de busca e apreensão de dois de prisão. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os alvos da operação está o instrutor de tiros de Jair Renan, Maciel Carvalho, de 41 anos, considerado o mentor do esquema. Ele já foi alvo de duas outras ações da Polícia Civil do Distrito Federal, com as operações &#8216;&#8221;Succedere&#8221; e &#8220;Falso Coach&#8221;. Maciel foi preso durante a operação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo agiria a partir de um laranja e de empresas fantasmas, usadas pelo alvo da operação desta quinta-feira e seus comparsas. A apuração da reportagem aponta ainda que o grupo usava a falsa identidade de Antônio Amâncio Alves Mandarrari, usada para abertura de conta bancária e proprietário de pessoas jurídicas usadas como laranjas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigados teriam forjado relações de faturamento e outros documentos das empresas investigadas, usando dados de contadores sem o consentimento deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação é conduzida pela Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária (DOT), vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor) da Polícia Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<item>
		<title>Pai de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e advogado da família Bolsonaro são alvos de operação da PF</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/pai-de-mauro-cid-ex-ajudante-de-ordens-e-advogado-da-familia-bolsonaro-sao-alvos-de-operacao-da-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Aug 2023 11:54:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
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					<description><![CDATA[O pai do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), general Mauro Lourena Cid, é um dos alvos de nova operação da Polícia Federal, desencadeada nesta sexta-feira (11). A lista dos alvos inclui ainda o ex-ajudante de ordens Osmar Crivelatti e o advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef. Todos são investigados por [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O pai do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), general Mauro Lourena Cid, é um dos alvos de nova operação da Polícia Federal, desencadeada nesta sexta-feira (11). A lista dos alvos inclui ainda o ex-ajudante de ordens Osmar Crivelatti e o advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef. Todos são investigados por suposta participação em esquema de venda de presentes dados ao Estado brasileiro durante missões oficiais no exterior</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão &#8211; dois em Brasília, um em São Paulo e um em Niterói. As ações foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do inquérito das milícias digitais. Segundo a PF, os alvos são investigados pelos crimes de peculato e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os investigados são suspeitos de utilizar a estrutura do Estado brasileiro para desviar bens de alto valor patrimonial, entregues por autoridades estrangeiras em missões oficiais a representantes do Estado brasileiro, por meio da venda desses itens no exterior&#8221;, diz a nota da PF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os valores obtidos da comercialização desses objetos teriam sido convertidos em dinheiro vivo e &#8220;ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores&#8221;, segundo a PF. Mauro Lorena Cid foi colega do ex-presidente Jair Bolsonaro nas fileiras do Exército. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação foi batizada com o nome de um versículo da Bíblia &#8211; Lucas 12:12 -, que diz que “não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido&#8221;. O filho do general, Mauro Cid, continua preso. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Operação da Polícia Federal cumpre mandados de busca em endereços ligados à Braiscompany</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-da-policia-federal-cumpre-mandados-de-busca-em-enderecos-ligados-a-braiscompany/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 10:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alvo]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
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		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal cumpre oito mandados de busca e apreensão em endereços ligados à Braiscompany, na manhã desta quinta-feira (16), dentro da operação Halving. A empresa paraibana especializada na gestão de ativos digitais e tecnologia blockchain é suspeita de dar um calote de R$ 600 milhões em investidores. As ações da PF acontecem na sede [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal cumpre oito mandados de busca e apreensão em endereços ligados à Braiscompany, na manhã desta quinta-feira (16), dentro da operação Halving. A empresa paraibana especializada na gestão de ativos digitais e tecnologia blockchain é suspeita de dar um calote de R$ 600 milhões em investidores. As ações da PF acontecem na sede da empresa e em um condomínio fechado, em Campina Grande, além de filiais da empresa em João Pessoa e em São Paulo. O caso ganhou repercussão nacional no início do mês em virtude do atraso nos repasses dos dividendos para os investidores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da Polícia Federal, que apura a atuação do grupo na área criminal, uma investigação corre também na área cível, movida pelo Ministério Público da Paraíba. A apuração é conduzida pelo promotor de Justiça de Campina Grande e diretor-regional do MP-Procon, Sócrates da Costa Agra. Em nota recente, ele informou que as investigações “avançaram muito nos últimos dias, com informações que elucidam a atividade da empresa Braiscompany e que reforçam a necessidade de judicialização”. O foco principal é o prejuízo causado na operação com criptomoedas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No centro da polêmica estão os empresários Antonio Neto Ais e Fabrícia Ais, sócios da Braiscompany. O esquema funcionava como com os clientes convertendo seu dinheiro em ativos virtuais, que eram &#8220;alugados&#8221; para a companhia e ficavam sob gestão dela pelo período de um ano. Os rendimentos dos clientes representavam o pagamento pela &#8220;locação&#8221; dessas criptomoedas. As promessas de lucro eram irreais. Elas giravam em torno de 8% ao mês, marca irreal se comprada às obtidas no mercado financeiro legal. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da taxa de retorno financeiro muito acima do regularmente praticado no mercado, boa parte da atração exercida pela Braiscompany está ligada à imagem de seu fundador, Antônio Inácio da Silva Neto. Ele adotou suas três primeiras iniciais como sobrenome e se apresenta como Antônio Neto Ais. Durante a manhã, os policiais saíram das sedes da empresa com malotes repletos de documentos, mas nenhum detalhe foi divulgado. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PF, nos últimos quatro anos, foram movimentados cerca de R$ 1,5 bilhão em criptomoedas, em contas vinculadas aos suspeitos, sócios da Braiscompany. No total, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão. O nome da operação, Halving, é em alusão ao aumento da dificuldade de mineração do bitcoin, que ocorre a cada quatro anos, período semelhante a ascensão e derrocada do esquema investigado.</p>



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