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	<title>aliados &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Sem citar oposição, João dispara: &#8220;Aqui você tem as pessoas comprometidas com a Paraíba&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 23:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[aliados]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador João Azevêdo (PSB) seguiu o reiterou discursivo dos aliados ao chegar no Congresso Estadual do partido, nesta segunda-feira (28), quando foi empossado no comando estadual da sigla socialista. Abordado pela imprensa, o gestor buscou tirar do Congresso as insinuações de que ele marcaria o lançamento da sua candidatura ao Senado. Apesar disso, ele [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O governador João Azevêdo (PSB) seguiu o reiterou discursivo dos aliados ao chegar no Congresso Estadual do partido, nesta segunda-feira (28), quando foi empossado no comando estadual da sigla socialista. Abordado pela imprensa, o gestor buscou tirar do Congresso as insinuações de que ele marcaria o lançamento da sua candidatura ao Senado. Apesar disso, ele fez considerações: relatou pressões vindas de pessoas nas ruas, do partido ao qual é filiado e ainda de Brasília, em alusão ao pedido formalizado pelo presidente Lula (PT) para que o mandatário paraibano dispute uma vaga na Casa Alta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No evento, relatou o peso político das presenças no Congresso Estadual do PSB. Citou o presidente da Câmara dos Deputados, o paraibano Hugo Motta (Republicanos), e o atual presidente nacional da sigla socialista, Carlos Siqueira. Este último, vale ressaltar, será substituído pelo prefeito do Recife, João Campos, no comando da agremiação. A perspectiva é que Azevêdo também ocupe um dos cargos na nacional. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre a presença dos aliados, João destacou a pluralidade da base, com a presença de lideranças da esquerda à centro-direita. Sem citar nomes, também aproveitou para alfinetar os opositores: &#8220;Aqui você tem as pessoas comprometidas com a Paraíba&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mereceu também atenção a fala de João Azevêdo em relação ao prefeito Cícero Lucena, sobre quem ele não tem dúvidas de que estará integrado ao grupo nas eleições do ano que vem. A fala tenta afastar especulações surgidas em meio às andanças do prefeito de João Pessoa por várias cidades paraibanas. Não raro, nelas, integrantes da oposição têm aparecido nas mesmas fotos, o que os aliados do prefeito dizem não indicar, de forma alguma, qualquer tipo de alinhamento. Um deles, em conversa com o blog, disse que o prefeito será candidato ao governo pela base de apoio de João Azevêdo ou não será candidato. </p>



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		<title>Olha que curioso: PF não sabe o que fazer com dinheiro apreendido com aliados de Lira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 10:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[aliados]]></category>
		<category><![CDATA[dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[kit robótica]]></category>
		<category><![CDATA[lira]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal não sabe como cumprir uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) em Alagoas. O ministro Gilmar Mendes anulou uma operação relacionada a supostos desvios de verbas do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE). Como consequência, mandou ainda destruir as provas obtidas e devolver o dinheiro apreendido no esquema que ficou conhecido [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal não sabe como cumprir uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) em Alagoas. O ministro Gilmar Mendes anulou uma operação relacionada a supostos desvios de verbas do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE). Como consequência, mandou ainda destruir as provas obtidas e devolver o dinheiro apreendido no esquema que ficou conhecido como escândalo dos “kits de robótica”. Acontece que para ter o recurso de volta o suposto dono precisa comprovar a origem da dinheirama. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alvos da operação são aliados do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Estão sem destino R$ 4 milhões encontrados no cofre da empresa de um aliado do mandatário e que, em tese, deveriam ser devolvidos ao dono, depois da decisão de Mendes.  O dinheiro está depositado em uma conta judicial desde setembro do ano passado e até agora não apareceu ninguém para reivindicá-lo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os milhões foram encontrados dentro de um cofre em uma propriedade do policial civil e empresário Murilo Sergio Jucá Nogueira Junior, de 45 anos, durante a operação Hefesto, realizada em junho de 2023. Segundo a prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Junior doou R$ 4 mil para Lira nas eleições de 2022 e recebeu o mesmo valor por ceder uma picape Toyota Hilux para sua campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele foi um dos dos investigados no inquérito que apurou um esquema de direcionamento de licitações para a Megalic, empresa de um outro aliado de Lira que teria desviado R$ 8,1 milhões do FNDE durante o governo Jair Bolsonaro. O Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a suspender os contratos e os repasses para a aquisição dos kits com verbas de emendas do orçamento secreto carimbadas para o FNDE, que seriam destinadas a 43 municípios alagoanos.</p>



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		<title>Sem &#8216;controle&#8217; sobre liderados, João Azevêdo encontra dificuldades para montar chapa governista</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/sem-controle-sobre-liderados-joao-azevedo-encontra-dificuldades-para-montar-chapa-governista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 22:04:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[aguinaldo]]></category>
		<category><![CDATA[aliados]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[controle]]></category>
		<category><![CDATA[joão azevêdo]]></category>
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					<description><![CDATA[As cobranças direcionadas ao governador João Azevêdo (PSB) nos últimos dias pelo deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) têm encontrado eco no mundo político. O parlamentar, favorito do gestor para a disputa do Senado, cobra do mandatário que ele assuma as rédeas do bloco governista e construa a unidade em torno dos integrantes da chapa. Isso [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">As cobranças direcionadas ao governador João Azevêdo (PSB) nos últimos dias pelo deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) têm encontrado eco no mundo político. O parlamentar, favorito do gestor para a disputa do Senado, cobra do mandatário que ele assuma as rédeas do bloco governista e construa a unidade em torno dos integrantes da chapa. Isso quer dizer que todos os partidos inseridos no arco de alianças precisam votar e pedir votos para todos os integrantes da majoritária. Isso inclui governador, vice e senador. A equação, apesar de natural, tem ganhado ares de pastelão nos últimos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desconforto surgiu depois da saída de Efraim Morais (União Brasil) da base governista. Ele esperou por um longo período uma definição para a chapa majoritária. Queria a vaga de senador e recebeu a proposta de disputar a vice. A sugestão foi recusada e o parlamentar bateu em retirada. Foi a segunda liderança de peso a deixar o guarda-chuva governista e também a segunda a ir fortalecer blocos antagonistas. O primeiro foi o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB), que se lançou na disputa pelo governo. E há a surpreendente suspeita de que a sangria não foi estancada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque a simples oferta do governador de espaço na majoritária não atende aos interesses de quem não quer entrar na disputa apenas para fazer volume. Aguinaldo, neste caso, cobra o óbvio, a unidade da base aliada em torno dos integrantes da majoritária. Ou seja, quem votar no governador tem que pedir voto também para senador. Essa cobrança sempre foi uma prerrogativa do cabeça de chapa. O nó principal tem a ver com o Republicanos. A maioria das lideranças da sigla fechou acordo com Efraim Morais lá atrás. O deputado foi para a oposição e manteve a rede de apoios na base do governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O natural em um episódio como este seria o governador, enquanto cabeça da chapa majoritária, buscar as lideranças do Republicanos e costurar a unidade do grupo. Sem isso, segundo o apurado pelo blog, o parlamentar não vai se aventurar na disputa pela vaga no Senado, o que amplia o surpreendente esvaziamento da chapa. O governador tem dito que as definições devem sair do papel até a semana que vem. É verdade que tem havido uma exótica precipitação das candidaturas, fruto da pressa dos postulantes pela antecipação do quadro eleitoral, mas o fenômeno é nacional. O ex-presidente Lula (PT), por exemplo, já escolheu o vice.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante do fato, a cobrança dos aliados é que o governador assuma de vez as rédeas da condução política e aponte a direção a ser seguida por todos, sem caminho de volta. A lição lembrada, neste caso, é a do desbravador espanhol Hernán Cortez, que, no século 16, mandou queimar os barcos para que a tropa dele não recuasse diante do inimigo durante incursão pelo México. A posição radicalizada tem motivo de ser. É que as pedras no xadrez político estão sendo mexidas todo o tempo e perder o controle delas pode custar caro demais. </p>



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