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	<title>alhandra &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Alvo de processo de cassação, prefeito de Alhandra nega compra de votos e diz confiar na Justiça Eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 20:14:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alhandra]]></category>
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					<description><![CDATA[O prefeito de Alhandra, Marcelo Rodrigues (MDB), negou nesta quarta-feira (16) que tenha elevado a concessão de auxílio financeiro a pessoas à físicas com finalidades eleitorais, no ano passado. O gestor é alvo de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pede a cassação dele e da vice, Zilda do Varejão (PP), por suposto [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O prefeito de Alhandra, Marcelo Rodrigues (MDB), negou nesta quarta-feira (16) que tenha elevado a concessão de auxílio financeiro a pessoas à físicas com finalidades eleitorais, no ano passado. O gestor é alvo de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) que pede a cassação dele e da vice, Zilda do Varejão (PP), por suposto abuso de poder político, econômico e de autoridade nas eleições de 2024. <a href="https://suetonisoutomaior.com.br/cassacao-no-radar-mpe-pede-saida-de-prefeito-e-vice-de-alhandra-por-abuso-de-poder/">A manifestação do mandatário ocorre após parecer da promotora Erika Bueno Muzzi, do Ministério Público Eleitoral (MPE).</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aije foi movida por Elivaldo Firmino (PSB), candidato derrotado no pleito. A alegação da acusação é a de que houve a distribuição de auxílios financeiros sem critérios técnicos, contratações temporárias em massa ignorando concurso público e o uso indevido de eventos e estruturas públicas para promoção pessoal. A gestão teria distribuído R$ 2,13 milhões em auxílios financeiros em 2023 e elevado o gasto no ano seguinte, o eleitoral, para R$ 2,6 milhões. O volume de recursos, no entanto, foi reduzido após o pleito. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio da assessoria jurídica, o prefeito alegou que as ações apontadas na referida investigação, como a concessão de auxílio financeiro a pessoas à pessoas físicas, foram realizadas no exercício regular da política pública de proteção social, prevista na legislação vigente, e não possuíam qualquer finalidade eleitoreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Confira a nota abaixo:</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nota Oficial sobre parecer do MPE</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Assessoria Jurídica do prefeito Marcelo Rodrigues e da vice-prefeita Zilda do Varejão vem, por meio desta, esclarecer que ambos receberam com serenidade o parecer emitido pelo Ministério Público Eleitoral no âmbito da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) atualmente em curso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início do processo, a defesa tem atuado com firmeza e responsabilidade, apresentando todos os elementos que comprovam a lisura da conduta do prefeito e da vice-prefeita, bem como a legalidade de todos os atos praticados durante o período eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações apontadas na referida investigação, como a concessão de auxílio financeiro a pessoas à pessoas físicas, foram realizadas no exercício regular da política pública de proteção social, prevista na legislação vigente, e não possuíam qualquer finalidade eleitoreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reeleição do prefeito Marcelo Rodrigues e da vice-prefeita Zilda do Varejão representa a manifestação soberana da população de Alhandra, que reconheceu os avanços sociais e estruturais promovidos ao longo do mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Confiamos na Justiça Eleitoral e acreditamos que, ao final, prevalecerá a verdade dos fatos, reforçando nosso compromisso com a legalidade, a ética e o desenvolvimento do nosso município”, declarou o prefeito Marcelo Rodrigues.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assessoria Jurídica – Prefeito Marcelo Rodrigues e Vice-prefeita Zilda do Varejão</p>



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		<title>Cassação no radar: MPE pede saída de prefeito e vice de Alhandra por abuso de poder</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 15:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[alhandra]]></category>
		<category><![CDATA[cassação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público Eleitoral (MPE) quer a cassação do prefeito reeleito de Alhandra, Marcelo Rodrigues (MDB), e de sua vice, Zilda do Varejão (PP). O motivo? Abuso de poder político, econômico e de autoridade nas eleições de 2024. O parecer, assinado pela promotora eleitoral Erika Bueno Muzzi, foi emitido nesta terça-feira (15) e é categórico: [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral (MPE) quer a cassação do prefeito reeleito de Alhandra, Marcelo Rodrigues (MDB), e de sua vice, Zilda do Varejão (PP). O motivo? Abuso de poder político, econômico e de autoridade nas eleições de 2024. O parecer, assinado pela promotora eleitoral Erika Bueno Muzzi, foi emitido nesta terça-feira (15) e é categórico: houve um verdadeiro festival de ilegalidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) foi movida por Elivaldo Firmino (PSB), candidato derrotado no pleito. No documento, a promotora detalha o uso da máquina pública para turbinar a campanha da chapa que acabou eleita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pontos destacados estão a distribuição de auxílios financeiros sem critérios técnicos, contratações temporárias em massa ignorando concurso público e o uso indevido de eventos e estruturas públicas para promoção pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números impressionam: em 2023, ano pré-eleitoral, a gestão distribuiu R$ 2,13 milhões em auxílios financeiros. Em 2024, ano da eleição, o valor saltou para R$ 2,6 milhões — quase meio milhão a mais. Em setembro, um mês antes da votação, os gastos começaram a cair: R$ 406 mil em setembro, R$ 355 mil em outubro, e ainda menos em novembro. Para o MPE, a oscilação revela o uso eleitoreiro da verba pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto crítico são as contratações temporárias: foram 877 em 2021, 1.030 em 2022, 1.073 em 2023 e 1.148 em 2024. “O que deveria ser temporário vinha criando raízes”, diz o parecer. Tudo isso enquanto os aprovados em concurso seguiam sem nomeação e recorriam à Justiça para garantir seus direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E tem mais: segundo a ação, eventos como a festa de Emancipação Política e da padroeira da cidade foram usados como palanque eleitoral. Houve distribuição de comidas, bebidas, camarotes estilizados, adesivos de campanha e até outdoor com os nomes dos então candidatos, pagos com dinheiro público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPE foi direto ao ponto: quer a cassação dos mandatos e a inelegibilidade de Marcelo Rodrigues e Zilda do Varejão por oito anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a bola está com a Justiça Eleitoral. Cabe ao juiz da 73ª Zona Eleitoral decidir se acolhe o parecer — que, convenhamos, é de uma contundência rara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>Operação do Gaeco mira fraudes em licitações em Alhandra, Riachão do Poço e Salgado de São Félix</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/operacao-do-gaeco-mira-fraudes-em-licitacoes-em-alhandra-riachao-do-poco-e-salgado-de-sao-felix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Jun 2024 11:13:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[gaeco]]></category>
		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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		<category><![CDATA[prefeituras]]></category>
		<category><![CDATA[riachão do poço]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), desencadeou, nesta quarta-feira (26), a operação Rastreio. A ação visa o cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão nas sedes das empresas e nas Prefeituras de Alhandra, Riachão do Poço e Salgado de São Félix. As investigações em [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Paraíba (MPPB), desencadeou, nesta quarta-feira (26), a operação Rastreio. A ação visa o cumprimento de 17 mandados de busca e apreensão nas sedes das empresas e nas Prefeituras de Alhandra, Riachão do Poço e Salgado de São Félix. As investigações em andamento apuram a prática de fraudes em licitações, desvios de dinheiro público, corrupção e lavagem de dinheiro nos três municípios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação conta com o apoio de Polícia Civil e Instituto de Polícia Científica, além do Tribunal de Contas do Estado (TCE). Os mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça da Paraíba. A ação apura supostas irregularidades em torno dos contratos e pagamentos efetuados pelas atuais gestões às empresas supostamente contratadas para serviços de locação de veículos. Há suspeitas de que eles efetivamente não são prestados pela administração pública. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as investigações realizadas até o momento, foram identificadas empresas fantasmas constituídas em nome de pessoas supostamente ligadas aos gestores municipais. Além disso, há contratação de veículos localizados em outros Estados e carros que não foram abastecidos pela respectiva prefeitura (responsável pelo abastecimento) durante o período dos contratos. Ou seja, que não foram utilizados, mas os valores pela locação foram pagos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação contou com a participação de três promotores de justiça, 33 agentes do Gaeco, 60 policiais civis e auditores do Tribunal de Contas do Estado. </p>



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		<title>Justiça dá 15 dias para prefeitura de Pitimbu homologar resultado de concurso público</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/justica-da-15-dias-para-prefeitura-de-alhandra-homologar-resultado-de-concurso-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Apr 2022 18:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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		<category><![CDATA[alhandra]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeitura de Pitimbu, no Litoral Sul, tem dez dias para homologar o resultado do concuros para a constratação de agentes comunitários de saúde. A decisão é da juíza substituta da Comarca de Caaporã, Higyna Josita Simões de Almeida. As provas do concurso foram aplicadas há sete meses e até agora o poder público municipal [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura de Pitimbu, no Litoral Sul, tem dez dias para homologar o resultado do concuros para a constratação de agentes comunitários de saúde. A decisão é da juíza substituta da Comarca de Caaporã, Higyna Josita Simões de Almeida. As provas do concurso foram aplicadas há sete meses e até agora o poder público municipal não apresentou o cronograma atualizado do concurso. A limintar, concedida pela magistada, estabelece dez dias para que isso seja feito. A decisão ao pedido feito pela promotora de Justiça de Caaporã, Miriam Pereira Vasconcelos, através de ação civil pública. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a ação, a Promotoria de Caaporã instaurou a notícia de fato a partir de diversas denúncias protocoladas por candidatos aprovados no concurso público destinado ao provimento de cargos efetivos da Prefeitura Municipal de Pitimbu, por meio das quais noticiaram a ausência de divulgação do cronograma para realização das demais etapas do certame, organizado pelo Instituto de Desenvolvimento Institucional Brasileiro (IDIB). A seleção prevê a contratação de 225 profissionais pela prefeitura da cidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme a ação, no dia 14 de fevereiro deste ano, membros da Comissão dos Aprovados da Educação compareceram a uma reunião na qual a prefeita de Pitimbu comprometeu-se em divulgar o cronograma atualizado do certame. Entretanto, o novo calendário divulgado no sítio eletrônico do IDIB manteve em aberto a data de homologação do certame, bem como a data para realização do Curso de Formação dos agentes comunitários de saúde (ACS), destacando que a decisão dependia de ato da Administração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é destacado na ação que a Prefeitura, em manifestação acostada aos autos, informou que a homologação do concurso é um ato discricionário e afirmou que a gestão vem trabalhando em um projeto de lei visando a reforma administrativa organizacional. Também informou que a homologação depende também da realização do curso de formação dos agentes comunitários de saúde, que está em processo de licitação para contratação da empresa que será responsável por ministrá-lo, permanecendo sem previsão de conclusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nesse diapasão, não pode a Prefeitura Municipal de Pitimbu valer-se de sua omissão e do atraso em realizar o procedimento licitatório da empresa que ministrará o curso de formação dos ACSs, para deixar ao seu alvitre o chamamento de centenas de candidatos aprovados, que há dois anos aguardam para ingressar na carreira pública&#8221;, diz a promotora na ação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o Ministério Público ressalta ainda, que no universo de mais de cinquenta cargos ofertados no Edital 01/2020, apenas o de Agente Comunitário de Saúde necessita de curso de formação para o seu ingresso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A promotora Miriam Vasconcelos argumenta que não é razoável que centenas de candidatos aprovados nos demais cargos aguardem o trâmite de um processo licitatório para a escolha da empresa que ministrará o curso de formação apenas para os agentes comunitários de saúde, principalmente em um certame cuja prova objetiva foi aplicada há sete meses. &#8220;Nesse contexto, é plenamente possível a homologação parcial, ou seja, a confirmação do resultado do concurso para aquele contingente que já exauriu todas as etapas do certame para o seu cargo˜.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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