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	<title>aglomeração &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Psol processa deputado por ato de apoio a Bolsonaro que gerou aglomeração em JP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 22:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[aglomeração]]></category>
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					<description><![CDATA[O deputado estadual Cabo Gilberto (PSL) virou alvo nesta quarta-feira (24) de uma representação criminal movida pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol). O parlamentar é acusado de participação em ato político em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contra as medidas restritivas adotadas pelo governo do Estado por causa do agravamento da pandemia [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O deputado estadual Cabo Gilberto (PSL) virou alvo nesta quarta-feira (24) de uma representação criminal movida pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol). O parlamentar é acusado de participação em ato político em defesa do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e contra as medidas restritivas adotadas pelo governo do Estado por causa do agravamento da pandemia do novo Coronavírus. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O PSOL não poderia ficar calado diante das reiteradas vezes que o Cabo vem promovendo aglomerações negacionistas e incentivando o não uso de máscaras protetoras, em desrespeito flagrante às normas sanitárias vigentes&#8221;, disse o ex-candidato a vereador de João Pessoa, Tárcio Teixeira. Ele alega que o parlamentar tem descumprido as normas sanitárias estabelecidas através de decretos estaduais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O argumento é o de que o parlamentar tem violado o Código Penal Brasileiro, infringindo medidas sanitárias, colocando em perigo a saúde pública do povo paraibano e, por conseguinte, tem igualmente violado o Código de Ética da Assembleia Legislativa da Paraíba. A representação criminal tem como relator o desembargador Carlos Martins Beltrão Filho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PSOL pede também que o Ministério Público da Paraíba, através da Procuradoria Geral de Justiça, instaure os procedimentos investigatórios cabíveis contra o deputado Cabo Gilberto. Outro pedido é que seja notificado o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB), para que tome as medidas necessárias no que tange à submissão do deputado à Comissão de Ética daquela Casa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parlamentar não retomou as ligações feitas pelo blog. </p>
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		<title>Sobram aglomerações nas feiras livres no momento mais grave da pandemia</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/sobram-aglomeracoes-nas-feiras-livres-no-momento-mais-grave-da-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Mar 2021 18:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
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					<description><![CDATA[Muita gente acha ruim quando alguém fala em fechar o comércio para frear a escalada dos casos de Covid-19 na Paraíba. Afinal, ninguém quer ver perda de empregos. Mas o problema é que muitas das pessoas que reclamam se mantém omissas frente aos desrespeito às normas sanitárias principalmente no comércio popular de João Pessoa e [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Muita gente acha ruim quando alguém fala em fechar o comércio para frear a escalada dos casos de Covid-19 na Paraíba. Afinal, ninguém quer ver perda de empregos. Mas o problema é que muitas das pessoas que reclamam se mantém omissas frente aos desrespeito às normas sanitárias principalmente no comércio popular de João Pessoa e Campina Grande. Os exemplos mais escancarados são vistos nas feitas de Oitizeiro, na capital, e da Prata, na Rainha da Borborema. Nas duas, os flagrantes de pessoas aglomeradas e sem usar máscara são comuns. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Feira de Oitizeiro" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/r2KA1IkuA_w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p class="wp-block-paragraph">E isso no momento que o Governo do Estado classificou para pior a situação das cidades paraibanas. Agora são 205 cidades com a bandeira laranja, 15 com a vermelha e apenas três classificados com a amarela. Isso, na prática, reflete a elevação da lotação das Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e o consequente aumento no número de mortes. Elas já somam 5.212 na Paraíba. Deste montante, 716 mortes ocorreram nos primeiros 20 dias deste mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação segue o ritmo dos outros estados. Em todo o Brasil, já são mais de 190 mil almas perdidas. E a coisa é pior quando se observa a lotação das UTIs. A ocupação em todo o estado é de 81%. Na região metropolitana de João Pessoa, 93% dos leitos de UTI para adultos estão ocupados. Em Campina Grande, o mesmo setor tem taxa de 70%. No Sertão, 98% dos leitos de UTI estão ocupados.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="756" src="https://suetonisoutomaior.com.br/base/wp-content/uploads/2021/03/83ef2e85a0e0b7c43d5b5cf7a8728dcc.jpeg" alt="" class="wp-image-731"/><figcaption>Feira da Prata, em Campina Grande. Foto: Reprodução/Instagram/Blogdomaxsilva</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>MPPB aciona Bar do Cuscuz na Justiça por estimular e promover aglomerações</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/mppb-aciona-bar-do-cuscuz-na-justica-por-estimular-e-promover-aglomeracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 09:26:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[aglomeração]]></category>
		<category><![CDATA[Bar o cuscuz]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ofereceu denúncia à 2ª Vara Criminal de João Pessoa contra o empresário Jocélio Costa Barbosa, sócio-administrador do Bar do Cuscuz. O motivo: ele ignorou que estamos numa pandemia, com decreto restritivo em vigência e promoveu aglomerações no estabelecimento. O fato ocorreu durante durante partida do Campeonato Brasileiro de Futebol. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ofereceu denúncia à 2ª Vara Criminal de João Pessoa contra o empresário Jocélio Costa Barbosa, sócio-administrador do Bar do Cuscuz. O motivo: ele ignorou que estamos numa pandemia, com decreto restritivo em vigência e promoveu aglomerações no estabelecimento. O fato ocorreu durante durante partida do Campeonato Brasileiro de Futebol. O ato ocorreu justamente no momento de maior crescimento dos casos da Covid-19 na capital.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também foi denunciado por promover publicidade capaz de induzir o consumidor a se comportar de forma prejudicial ou perigosa à sua saúde e segurança, segundo o Ministério Público. Na denúncia, o MPPB propõe acordo para suspender o processo, mediante algumas condições, dentre elas o pagamento de R$ 100 mil por danos morais coletivos e reparação para serem usados para compra de medicamentos neurobloqueadores em favor da Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi oferecida pela 49ª promotora de Justiça de João Pessoa, Jovana Tabosa, que atua na defesa da Saúde, contra o empresário Jocélio Costa Barbosa. Ela entendeu que houve descumprimento, no último dia 21 de fevereiro, das medidas sanitárias previstas no Decreto Municipal 9.674, de 26 de janeiro de 2021. Entre eles, o que previa ocupação máxima de 50% e distância mínima de 1,5 metro entre as mesas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explicou a promotora de Justiça, nesse dia aconteceu a partida de futebol entre o Clube de Regatas do Flamengo (time do Rio de Janeiro) e o Sport Club Internacional (time do Rio Grande do Sul), válido pela 37ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol 2020. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como era uma partida decisiva, entre os líderes do campeonato, várias pessoas se mobilizaram para assistir ao evento, o que demandaria um maior cuidado dos donos de estabelecimento. Contudo, o denunciado proporcionou até mesmo uma promoção, oferecendo, gratuitamente, um chopp para cada pessoa que estivesse com a camisa de um dos times na hora do gol, o que, indubitavelmente, atraiu mais pessoas ao estabelecimento. Ocorreu, então, o óbvio: estabelecimento superlotado com o desrespeito às regras do Decreto Municipal, conforme as imagens obtidas nas redes sociais”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Procedimento investigatório</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato levou o Ministério Público a instaurar procedimento investigatório criminal. O empresário, acompanhado de seu advogado, foi ouvido pela promotora de Justiça e pelos procuradores da República do Ministério Público Federal (MPF), José Guilherme Ferraz e Janaína Andrade de Sousa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o depoimento, ele reconheceu que clientes acomodados nos locais que não dispunham de televisores para a transmissão da partida passaram a ocupar as mesas e cadeiras do salão principal, onde estavam instalados o telão e os aparelhos de TV, de forma que os funcionários do estabelecimento não conseguiram contornar a situação de aglomeração e precisaram acionar a Polícia Militar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em nenhum momento foi cogitada a possibilidade de desligar o telão e os aparelhos de TV, a fim de que os clientes retornassem aos seus locais de origem. Além disso, a empresa não garantiu o isolamento da área onde estavam instalados os aparelhos de TV, o que fez com que todos os clientes do bar pudessem transitar livremente entre os setores, aglomerando o salão principal. Também pôde ser constatado através de um vídeo publicado em rede social, que não haviam mesas e cadeiras isoladas e marcadas com o &#8216;x&#8217;, garantindo o distanciamento entre as pessoas. Além disso, ninguém que aparece no vídeo utiliza máscara de proteção”, disse a promotora de Justiça.&nbsp;</p>
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