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	<title>advogados &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Senado avança em projeto que libera porte de arma para advogados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 13:08:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Legislativo]]></category>
		<category><![CDATA[advogados]]></category>
		<category><![CDATA[armas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou, nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei 2.734/2021, que autoriza o porte de arma de fogo para advogados em todo o território nacional, com a finalidade de defesa pessoal. A proposta, de autoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), presidente da comissão, recebeu parecer favorável do relator, senador [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Segurança Pública do Senado aprovou, nesta terça-feira (8), o Projeto de Lei 2.734/2021, que autoriza o porte de arma de fogo para advogados em todo o território nacional, com a finalidade de defesa pessoal. A proposta, de autoria do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), presidente da comissão, recebeu parecer favorável do relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), e segue agora para a análise da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto equipara os advogados aos membros do Judiciário e do Ministério Público, que já possuem essa prerrogativa. Segundo Alessandro Vieira, &#8220;esse tratamento isonômico mostra-se necessário, uma vez que não há hierarquia entre advogados, juízes e promotores de Justiça&#8221;. ​</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para obter o porte, o advogado deverá comprovar o exercício regular da profissão, além de atender aos requisitos legais, como capacidade técnica e aptidão psicológica para manuseio da arma. O ingresso armado será proibido em locais como fóruns, tribunais, estabelecimentos prisionais e outros sujeitos a regras próprias de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Flávio Bolsonaro justificou a proposta afirmando que advogados, por lidarem com questões sensíveis, podem ser alvos de ameaças. Ele citou dados da OAB que apontam o assassinato de 80 advogados no Brasil entre 2016 e 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta ainda precisa ser analisada pela CCJ antes de seguir para votação no plenário do Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por: Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>O time jurídico por trás da vitória de Dinho por 5 a 0 no Supremo</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/o-time-juridico-por-tras-da-vitoria-de-dinho-por-5-a-0-no-supremo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2025 11:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[advogados]]></category>
		<category><![CDATA[Dinho]]></category>
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					<description><![CDATA[A vitória do presidente da Câmara de João Pessoa, Dinho Dowsley (PSD), por 5 a 0, no Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou de vez as pretensões da instância nacional do PDT. A sigla, derrotada na disputa da presidência da Casa, tentava reverter o resultado no tapetão, firmando-se na tese jurídica de que o mandatário não [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A vitória do presidente da Câmara de João Pessoa, Dinho Dowsley (PSD), por 5 a 0, no Supremo Tribunal Federal (STF), derrubou de vez as pretensões da instância nacional do PDT. A sigla, derrotada na disputa da presidência da Casa, tentava reverter o resultado no tapetão, firmando-se na tese jurídica de que o mandatário não poderia comandar pela terceira vez consecutiva o Legislativo. O enfrentamento não foi simples e é importante reconhecer o papel do time jurídico que comandou a defesa, integrada pelos advogados Rodrigo Farias, Marcelo Weick, Carlos Frederico e Afrânio Melo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O direito de Dinho era bom. Isso porque apesar de o Supremo Tribunal Federal ter decido que seria possível apenas uma reeleição para os dirigentes de Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas, a corte também definiu um marco temporal. Então, todos os atos produzidos antes do dia 7 de janeiro de 2021 não contariam para efeito de inelegibilidade. O primeiro mandato do atual presidente foi conquistado no dia 1º de janeiro daquele ano. Ou seja, estaria fora da contagem. Mas o caminho até aqui não foi tão tranquilo assim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Surpreendentemente, um juiz de primeiro grau no plantão judiciário deu liminar impedindo que Dinho concorresse pela terceira vez ao cargo de presidente. A decisão surpreendia? Sim, porque contrariava a jurisprudência do Supremo. Coube então ao time capitaneado por Rodrigo Farias fazer a defesa, com recurso ao Tribunal de Justiça. Desta vez, a tese jurídica acostada ao entendimento da Suprema Corte encontrou ressonância. Uma liminar permitiu que o presidente disputasse em 1º de janeiro deste ano a reeleição e fosse eleito com nada menos que 25 dos 29 votos possíveis. O candidato adversário, João Almeida (PDT), conquistou quatro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O assunto poderia ter parado por aí. Mas houve recurso ao Supremo Tribunal Federal. A distribuição levou o caso para a primeira turma e o ministro Flávio Dino foi escolhido para relatar a matéria. Ele, então, concedeu uma liminar mantendo a decisão de segundo grau e, consequentemente, Dinho na presidência. E esta foi mais uma vitória do time de advogados, embasada em uma condução jurídica correta. Mas ainda não tinha acabado. O assunto ainda seria julgado pela turma e seria preciso o convencimento dos ministros de que o caso de João Pessoa se enquadrava em tese jurídica já vencida pela Corte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do outro lado do balcão, vendia-se a tese de que os outros ministros votariam contra, obrigando a saída do atual mandatário do poder na Câmara. Mas não foi assim. A defesa conseguiu conciliar bem a arte do convencimento sobre a pertinência da tese jurídica defendida e contou para isso predicados como experiência e credibilidade para convencer os diversos atores envolvidos no processo. Resultado: Dino repetiu na apreciação do mérito o mesmo entendimento da liminar. Ele foi seguido por Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.</p>



<p class="wp-block-paragraph"> A fatura foi fechada no início da noite desta sexta-feira (4). O caso de Dinho, por isso, servirá de jurisprudência para presidentes de câmaras e assembleias pelo Brasil afora. Mérito deste time de advogados genuinamente paraibanos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Beatriz Souto Maior</p>



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		<title>Advogados ligados a Lula querem acionar a Justiça para obrigar ministro da Defesa a acabar com atos em frente aos quartéis</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/advogados-ligados-a-lula-querem-acionar-a-justica-para-obrigar-ministro-da-defesa-a-acabar-com-atos-em-frente-aos-quarteis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jan 2023 16:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[ação]]></category>
		<category><![CDATA[advogados]]></category>
		<category><![CDATA[antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[atos]]></category>
		<category><![CDATA[blog do Suetoni]]></category>
		<category><![CDATA[prerrogativas]]></category>
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					<description><![CDATA[Integrantes do grupo Prerrogativas, formado por juristas, advogados e defensores públicos, não têm escondido a chateação com o atual ministro da Defesa, José Múcio. De acordo com a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, eles iniciaram movimentação para acionar a Justiça para forçar o titular da pasta a determinar a retirar os &#8216;acampamentos [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Integrantes do grupo Prerrogativas, formado por juristas, advogados e defensores públicos, não têm escondido a chateação com o atual ministro da Defesa, José Múcio. De acordo com a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, eles iniciaram movimentação para acionar a Justiça para forçar o titular da pasta a determinar a retirar os &#8216;acampamentos golpistas&#8217; da frente dos quartéis-generais do Exército.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles acusam as manifestações de serem antidemocráticas, contrastando com a visão de Múcio em relação aos protestos que pedem que os militares deem um golpe para devolver o poder a Jair Bolsonaro (PL), derrotado nas urnas. Para justificar o pedido, eles lembram que pessoas que se encontravam nos acampamentos se envolveram em episódios terroristas, além de depredações, agressões, sabotagem, saques, sequestro e tentativa de homicídio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao tomar posse, no entanto, Múcio definiu as manifestações como &#8220;manifestação da democracia&#8221;. &#8220;O governo precisa ter ações enérgicas e pedagógicas. As pessoas que estão ali não estão protestando por direitos ou contra a fome no país. Elas estão incitando o ódio, numa tentativa clara de estimular um golpe militar, o que é intolerável&#8221;, diz ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecido pelo perfil discreto e conciliador, Múcio foi escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo com o objetivo de desfazer crises e conduzir a intricada transição da pasta.</p>



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