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	<title>adversários &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Plano de Bolsonaro para 2026 poderá opor Queiroga e Queiroz em disputa pelo Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Oct 2024 10:28:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Amigos, amigos, negócios à parte. Deve seguir por aí o futuro dos integrantes da chapa Quero-Quero, derrotada nas eleições deste ano em João Pessoa. O ex-ministro Marcelo Queiroga (PL) e o pastor Sérgio Queiroz (Novo) foram unidos por interesses na disputa municipal, neste ano. O segundo tinha maior densidade política, enquanto que o primeiro era [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Amigos, amigos, negócios à parte. Deve seguir por aí o futuro dos integrantes da chapa Quero-Quero, derrotada nas eleições deste ano em João Pessoa. O ex-ministro Marcelo Queiroga (PL) e o pastor Sérgio Queiroz (Novo) foram unidos por interesses na disputa municipal, neste ano. O segundo tinha maior densidade política, enquanto que o primeiro era apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, também do PL. Foi ministro da Saúde no governo dele, para ser mais específico. Acontece que, agora, os interesses dos dois devem seguir caminhos distintos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Um artigo publicado na coluna da jornalista Bella Megale, de O Globo, neste terça-feira (29), mostra que o interesse do ex-presidente, agora, é tentar eleger os apadrinhados derrotados nos Estados para o Senado. O número mágico é 54 cadeiras para a Casa Alta, o que representa dois terços do colegiado. Isso seria o suficiente para votar o afastamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Este é um sonho dos bolsonaristas, que têm Alexandre de Moraes como inimigo e tentam há vários anos forçar um impeachment no Senado, sem sucesso. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para esta nova empreitada o grande problema é conciliar os interesses na chapa Quero-Quero. É inegável o maior apreço de Bolsonaro por Queiroga, acontece o maior nome do grupo, no Estado, é Queiroz, que conseguiu na eleição de 2022 mais de 233 mil votos na disputa pela Casa Alta, sendo 107 mil só em João Pessoa. Na empreitada deste ano, a chapa composta pelos dois conseguiu apenas 146 mil votos no segundo turno das eleições, na capital. Por conta disso, foi derrotada pelo atual prefeito, Cícero Lucena (PP), que conquistou 258 mil votos e uma vantagem superior a 112 mil votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intenção de Sérgio Queiroz em relação ao pleito é inequívoca. Logo depois de encerrada a votação, ele lançou enquete nas redes sociais questionando que cargo deveria disputar no pleito de 2026. Queria saber se o governo ou o Senado. A primeira opção é bem difícil, restando a segunda como a mais viável, afinal, são duas vagas. Neste caso, uma possibilidade seria ele migrar para o PL, mas isso não vai resolver a equação Queiroga, mesmo que tenha havido promessas no pleito atual. Por isso, há forte tendência de confronto interno. A conferir. </p>



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		<title>Último colocado na tentativa de reeleição, Valdiney agradece apoios e felicita Terezinha e Lucídio por &#8220;expressivas votações&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Apr 2024 10:38:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[adversários]]></category>
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		<category><![CDATA[Ufpb]]></category>
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					<description><![CDATA[O reitor Valdiney Veloso, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), felicitou os integrantes das duas chapas adversárias na disputa pelo comando da instituição &#8220;pelas expressivas votações&#8221;. Assim como ocorreu em 2020, o atual dirigente da instituição ficou em último lugar. Ele conquistou 6,6% dos votos de professores, alunos e servidores da universidade. Os mais votados [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O reitor Valdiney Veloso, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), felicitou os integrantes das duas chapas adversárias na disputa pelo comando da instituição &#8220;pelas expressivas votações&#8221;. Assim como ocorreu em 2020, o atual dirigente da instituição ficou em último lugar. Ele conquistou 6,6% dos votos de professores, alunos e servidores da universidade. Os mais votados foram Terezinha Domiciano, da chapa 1, com 67,95% dos votos, e Lucídio Cabral, que alcançou a marca de 25,37% dos sufrágios depositados nas urnas. A eleição ocorreu nesta quarta-feira (25) e o resultado foi conhecido já perto da meia-noite. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Do lado de fora da Secretaria dos Órgãos Deliberativos da Administração Superior (Sods), onde houve a apuração, apoiadores da professora Terezinha fizeram festa, cantando a música &#8220;Vou Festejar&#8221;, eternizada na voz de Beth Carvalho. O destaque ficou pelo refrão &#8220;você pagou com traição&#8221;, em referência ao atual reitor. Apesar da baixa votação, o nome de Valdiney Veloso ainda pode compor a lista tríplice que será enviada ao presidente Lula (PT), a quem cabe a última palavra. Alinhado com o bolsonarismo, ele teve o nome referendado em 2020 por Jair Bolsonaro (PL) mesmo ficando em último lugar no pleito, naquela oportunidade. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista tríplice é elaborada pelos Conselhos Superiores da UFPB. O colegiado é formado por representantes do Consuni (Conselho Universitário), do Consepe (Conselho Superior de Ensino Pesquisa e Extensão) e do Conselho Curador. &#8220;Por fim, felicito os colegas Therezinha Domiciano/Mônica Nóbrega (Chapa 1) e Lucídio Cabral/João Braga (Chapa 2) pelas expressivas votações. Desejo-lhes sorte, sabedoria e sucesso em suas caminhadas&#8221;, disse Valdiney Veloso em publicação no Instagram. Terezinha Domiciano tem como vice a professora Mônica Nóbrega, do Departamento de Lígua Portuguesa e Linguística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contestada por professores, servidores e alunos, a gestão de Valdiney Veloso foi caracterizada pelo alinhamento ideológico com o ex-presidente Jair Bolsonaro e polêmicas criadas por escolhas pessoais do dirigente. Numa delas, em 2022, ele se inscreveu e foi aprovado no Sisu para o curso de Engenharia de Produção. O problema é que, para isso, ele fez uso do sistema de cotas destinado aos alunos de escolas públicas. O caso foi contestado pelo Ministério Público Federal (MPF) e o reitor foi impedido de se matricular no curso. A vaga acabou indo para quem de direito, o estudante Erick Rangel, então com 17 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chapa 1</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terezinha Domiciano</strong>&nbsp;(reitora)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Departamento de Ciência Animal</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mônica Nóbrega</strong>&nbsp;(vice)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Departamento de Lígua Portuguesa e Linguística</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chapa 2</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lucídio Cabral&nbsp;</strong>(reitor)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Departamento de Computação Científica</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>João Euclides</strong>&nbsp;(vice)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Departamento Enfermagem em Saúde Coletiva</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chapa 3</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Valdiney Gouveia&nbsp;</strong>(reitor)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Departamento de Psicologia</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rita de Cássia Pereira</strong>&nbsp;(vice)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Departamento de Administração</p>



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		<title>Se fechar as portas aos adversários de Bolsonaro, Romero sairá isolado em 2022</title>
		<link>https://suetonisoutomaior.com.br/se-fechar-as-portas-aos-adversarios-de-bolsonaro-romero-saira-isolado-em-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jul 2021 18:01:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Executivo]]></category>
		<category><![CDATA[adversários]]></category>
		<category><![CDATA[isolado]]></category>
		<category><![CDATA[paraíba]]></category>
		<category><![CDATA[Romero rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou&#8221;. A frase do ex-governador mineiro Magalhães Pinto é repetida pelos políticos brasileiros desde a década de 1960. Ela serve para atestar a gangorra da vida pública e mostra o quanto as decisões tomadas pelo ex-prefeito Romero [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Política é como nuvem. Você olha e ela está de um jeito. Olha de novo e ela já mudou&#8221;. A frase do ex-governador mineiro Magalhães Pinto é repetida pelos políticos brasileiros desde a década de 1960. Ela serve para atestar a gangorra da vida pública e mostra o quanto as decisões tomadas pelo ex-prefeito Romero Rodrigues (PSD) lá atrás com o alinhamento ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) traz reflexos agora. Se o espelhamento trazia reflexos positivos antes, agora, em momento de baixa do presidente, pode tirar mais que contribuir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os reflexos disso são vistos no movimento do ex-prefeito no momento em que ele busca se fortalecer para a disputa do governo do Estado. Enquanto o governador João Azevêdo (Cidadania) constrói um arco de alianças que vai da esquerda à direita, Romero é cobrado pelos principais aliados para que não deixe a trincheira bolsonarista. O recado foi mandado pelo comunicador Nilvan Ferreira (PTB) e pelo deputado estadual Cabo Gilberto (PSL). O problema é que o cenário pode até mudar no ano que vem, porém, hoje, o campo da extrema-direita vem encolhendo no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O erro de cálculo é parecido com o adotado pelos petistas em 2018. A sigla lançou a candidatura de Fernando Haddad para a Presidência, mas proibiu nos estados alianças com partidos que apoiaram o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Houve derrota nacionalmente e nos estados. A única coisa preservada foi a bancada federal, mas a sigla sofreu grandes derrotas em praticamente todas as unidades da federação. O mesmo pode ocorrer com o grupo bolsonarista na Paraíba, frente ao esquema do governador, que, além de tudo, tem uma caneta cheia de tinta. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante deste cenário, Romero deu declarações na linha de que poderá fazer composições com partidos adversários do presidente. O próprio irmão do ex-prefeito, o bolsonarista raiz Moacir Rodrigues (PSL), deu declarações na rádio Arapuan admitindo que a prioridade era fortalecer a candidatura do irmão. Neste caso, ele reforçou a necessidade de ter o ex-prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PV), no arco de aliança, apesar do perfil de centro esquerda do verde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">É um erro imaginar que a radicalização das campanhas do plano nacional vão, necessariamente, ser reprizadas na paróquia, afinal, tradicionalmente, isso não ocorre na Paraíba. A prova disso é que em 2002 e 2006, com Lula no auge, Cássio Cunha Lima (PSDB), na disputa pelo governo, criou os velhos comitês suprapartidários. A lição vale para Romero, como valeria para João Azevêdo ou Luciano Cartaxo: apoio não se nega, a menos que o objetivo do grupo seja meramente eleger deputados e observar o candidato da majoritária lotar uma Kombi no dia da eleição. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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