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	<title>acusados &#8211; Blog do Suetoni</title>
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		<title>Acusados de matar auditor fiscal, entre eles o filho, serão julgados no 2º Tribunal do Júri nesta quinta</title>
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		<pubDate>Wed, 03 May 2023 11:07:09 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">A noite de 7 de julho de 2019 marcou a &#8220;destruição&#8221; de uma família pessoense. Naquele dia, o auditor fiscal Paulo Germano Teixeira de Carvalho, de 67 anos, foi barbaramente assassinado. Ele estava na granja onde morava, na capital, quando foi abordado por um homem armado e foi assassinado a sangue frio. O autor dos disparos foi Dyego da Silva, contratado para efetuar os disparos. As investigações, porém, levaram a suspeitas sobre a autoria do filho da vítima. Trata-se de Paulo Rodrigo Ribeiro Teixeira de Carvalho, que teria recebido a ajuda do amigo Carlos Roberto Ferreira Pontes para contratar o assassino. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dois últimos vão ser julgados nesta quinta-feira (4), às 9h, no 2º Tribunal do Júri, no Fórum Criminal da Comarca de João Pessoa. A sessão será presidida pela juíza titular Francilucy Rejane de Sousa Mota Brandão. O Ministério Público Estadual denunciou Paulo Rodrigo pela prática, em tese, dos crimes tipificados como motivo torpe, com recurso que impossibilitou a defesa da vítima e roubo majorado. Já o réu Carlos Roberto foi incurso nas mesmas acusações, com exceção de roubo. Este último é suspeito de ajudar o filho na logística para o crime. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a inicial, em resumo, no dia do crime, a vítima se encontrava ingerindo bebida alcoólica na companhia do ex-caseiro da granja, Emmanuel Matias (vulgo Sr. Biu), quando foi surpreendida por Dyego. Ele teria chegado com arma em punho e, tendo apenas ordenado ao ex-caseiro que não reagisse, efetuou um disparo de arma de fogo na região do braço da vítima e, com ela caída ao solo, aproximou-se e efetuou mais dois disparos na face e no pescoço. Depois disso, teria roubado a carteira com dinheiro e documentos pessoais da vítima e mais dois celulares. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O acerto do crime teria sido de R$ 3 mil, intermediado, segundo a denúncia, por Carlos Roberto. De acordo com a apuração da polícia, no dia do crime, Dyego foi levado à granja pelo filho do auditor fiscal. O autor dos disparos foi condenado a 33 anos de prisão em julgamento ocorrido no ano passado. </p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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