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	<title>123 Milhas &#8211; Blog do Suetoni</title>
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	<description>Site pessoal de Suetoni Souto Maior</description>
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		<title>Justiça proíbe donos da 123 Milhas deixarem o país e autoriza condução coercitiva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Sep 2023 15:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[123 Milhas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os donos da 123 Milhas, os irmãos Ramiro Julio Soares Madureira e Augusto Julio Soares Madureira, estão proibidos de deixar o país. A decisão é do juiz federal Edison Grillo, da 3ª Vara Criminal de Belo Horizonte. A decisão, publicada nesta sexta-feira (1º), atende ao pedido do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), presidente da CPI (Comissão [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Os donos da 123 Milhas, os irmãos Ramiro Julio Soares Madureira e Augusto Julio Soares Madureira, estão proibidos de deixar o país. A decisão é do juiz federal Edison Grillo, da 3ª Vara Criminal de Belo Horizonte. A decisão, publicada nesta sexta-feira (1º), atende ao pedido do deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), presidente da CPI (Comissão Parlamentar Inquérito) de Pirâmides Financeiras. No despacho, o magistrado também autorizou a condução coercitiva dos sócios para prestar depoimento à comissão na próxima quarta-feira (6), às 10h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Leia também</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/acoes-protocoladas-contra-a-123milhas-na-paraiba-serao-julgadas-na-justica-de-minas-gerais/">. Ações protocoladas contra a 123Milhas na Paraíba serão julgadas na Justiça de Minas Gerais</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://suetonisoutomaior.com.br/justica-proibe-donos-da-123-milhas-deixarem-o-pais-e-autoriza-conducao-coercitiva/">. Justiça proíbe donos da 123 Milhas deixarem o país e autoriza condução coercitiva</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 123 Milhas decretou recuperação judicial nesta semana e responde a pelo menos 16.639 ações judiciais, boa parte delas de consumidores que se sentiram lesados ao comprar pacotes e passagens promocionais que não foram entregues. Eles foram convocados, mas não compareceram à CPI na última terça-feira (29). Na oportunidade, alegaram que estavam cumprindo outra agenda. Um novo agendamento foi feito para o dia seguinte, mas os empresários não apareceram, alegando reunião previamente agendada com o ministro do Turismo Celso Sabino (União Brasil-PA). Os dois cancelamentos irritaram os deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão desta sexta, Grillo considerou que os irmãos têm a obrigação jurídica de comparecer à CPI e que não podem escolher a data para que isso aconteça. O juiz ainda negou a solicitação para confiscar os passaportes da dupla. Ele considerou que a condução coercitiva dos irmãos Soares Madureira a Brasília, se for necessária, será suficiente. A ordem de permanecer no país vale até às 23h59 de quarta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa suspendeu bilhetes aéreos vendidos de linha promo, com datas flexíveis, e deixou seus clientes sem a opção de receberem o dinheiro de volta. Na última terça-feira (29), a empresa entrou com pedido de recuperação judicial e declarou dívidas de R$ 2,3 bilhões. Conforme levantamento feito pela Folha de São Paulo com base nos dados enviados pela empresa à Justiça, as cinco maiores ações, que juntas somam R$ 3,6 milhões, foram apresentadas por pessoas físicas. A maior das ações pede indenização de R$ 1,2 milhão. A que está por último na lista das 16.639, pede apenas R$ 6.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Ações protocoladas contra a 123Milhas na Paraíba serão julgadas na Justiça de Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suetoni Souto Maior]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Sep 2023 14:04:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[123 Milhas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais firmaram um termo de Cooperação Judiciária, nessa quinta-feira (31), que tem por objeto concentrar na 15ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte (MG) todas as ações de natureza coletiva que tramitem ou venham a ser ajuizadas na justiça paraibana contra [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Justiça da Paraíba e o Tribunal de Justiça de Minas Gerais firmaram um termo de Cooperação Judiciária, nessa quinta-feira (31), que tem por objeto concentrar na 15ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte (MG) todas as ações de natureza coletiva que tramitem ou venham a ser ajuizadas na justiça paraibana contra o grupo empresarial 123 Milhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cooperação judicial foi assinada pelo presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador João Benedito da Silva, pela juíza da 9ª Vara Cível da Comarca de Campina Grande, Andréa Dantas Ximenes, e pelo primeiro vice-presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Alberto Vilas Boas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A juíza Andrea Dantas Ximenes encaminhou ao juízo da 15ª Vara Cível da capital mineira a ação civil pública ajuizada em defesa coletiva dos interesses individuais dos consumidores que estabeleceram relação contratual com o grupo 123 Milhas. Na última terça-feira (29), a empresa apresentou um pedido de recuperação judicial na 1ª Vara Empresarial de Belo Horizonte. O Poder Judiciário considerou que seria vantajoso agrupar, por conexão, todas as ações civis públicas aforadas contra a mesma sociedade empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ato de cooperação entre os Tribunais de Justiça da Paraíba e Minas Gerais representa, na prática, grande avanço introduzido pelo Código de Processo Civil de 2015 em nosso ordenamento jurídico e que tem por principal objetivo garantir uma prestação jurisdicional célere. E no caso da 123 Milhas, situação de conhecimento e repercussão nacional, nada mais razoável que a reunião das ações coletivas, a exemplo da Ação Civil Pública ajuizada pela Defensoria Pública deste Estado e em trâmite na 9ª Vara Cível de Campina Grande, aconteça na Comarca de Belo Horizonte, onde também tramita o pedido de recuperação judicial da empresa&#8221;, afirmou a juíza Andrea Ximenes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A magistrada destacou que a cooperação judicial firmada entre os dois tribunais é um marco na história da Justiça brasileira. &#8220;Espero que represente um grande e bom exemplo, pois, sem dúvida, é uma importante ferramenta de solução de conflitos e para que se tenha, no menor espaço de tempo possível, respostas do Judiciário de maneira justa e efetiva, objetivo principal de todos os envolvidos e todo o Sistema de Justiça Nacional&#8221;, ponderou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Termo de Cooperação Judicial leva em conta que com a ação de recuperação judicial tramitando em Belo Horizonte &#8220;seria prudente que o processo coletivo em que se reunisse todas as pretensões dessa natureza, hoje dispersas pelo país, pudesse tramitar no juízo cível da capital mineira para propiciar a gestão adequada de conflituosidade e evitar decisões divergentes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mecanismos de cooperação entre os órgãos do Poder Judiciário para o desempenho de funções jurisdicionais e práticas de atividades administrativas são disciplinados pelos artigos 67 e 69 do Código de Processo Civil e têm parâmetros estabelecidos pela Resolução nº 350/2020 do Conselho Nacional de Justiça. (Com informações da assessoria do TJPB)</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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