O governador João Azevêdo (PSB) seguiu o reiterou discursivo dos aliados ao chegar no Congresso Estadual do partido, nesta segunda-feira (28), quando foi empossado no comando estadual da sigla socialista. Abordado pela imprensa, o gestor buscou tirar do Congresso as insinuações de que ele marcaria o lançamento da sua candidatura ao Senado. Apesar disso, ele fez considerações: relatou pressões vindas de pessoas nas ruas, do partido ao qual é filiado e ainda de Brasília, em alusão ao pedido formalizado pelo presidente Lula (PT) para que o mandatário paraibano dispute uma vaga na Casa Alta.
No evento, relatou o peso político das presenças no Congresso Estadual do PSB. Citou o presidente da Câmara dos Deputados, o paraibano Hugo Motta (Republicanos), e o atual presidente nacional da sigla socialista, Carlos Siqueira. Este último, vale ressaltar, será substituído pelo prefeito do Recife, João Campos, no comando da agremiação. A perspectiva é que Azevêdo também ocupe um dos cargos na nacional.
Sobre a presença dos aliados, João destacou a pluralidade da base, com a presença de lideranças da esquerda à centro-direita. Sem citar nomes, também aproveitou para alfinetar os opositores: “Aqui você tem as pessoas comprometidas com a Paraíba”.
Mereceu também atenção a fala de João Azevêdo em relação ao prefeito Cícero Lucena, sobre quem ele não tem dúvidas de que estará integrado ao grupo nas eleições do ano que vem. A fala tenta afastar especulações surgidas em meio às andanças do prefeito de João Pessoa por várias cidades paraibanas. Não raro, nelas, integrantes da oposição têm aparecido nas mesmas fotos, o que os aliados do prefeito dizem não indicar, de forma alguma, qualquer tipo de alinhamento. Um deles, em conversa com o blog, disse que o prefeito será candidato ao governo pela base de apoio de João Azevêdo ou não será candidato.
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