Habemus Papam. A expressão em latim, que há séculos marca o anúncio de um novo líder da Igreja Católica, voltou a ecoar no Vaticano nesta quinta-feira (8). A fumaça branca que saiu da chaminé da Capela Sistina pouco depois do meio-dia (horário de Brasília) confirmou que os cardeais reunidos em conclave chegaram a um nome.
Três votações haviam sido realizadas desde o início do processo, sendo uma na quarta-feira (7) e duas nesta manhã. Todas, até então, resultaram em fumaça preta. Mas a quarta votação — como aconteceu nos conclaves que elegeram Bento XVI e Francisco — foi decisiva.
Com o anúncio, agora se espera a aparição do cardeal protodiácono na sacada da Basílica de São Pedro. Ele será o responsável por proclamar oficialmente o nome do novo Papa, antes da primeira bênção pública do pontífice: a tradicional “Urbi et Orbi”.
O novo Papa assume o Trono de Pedro menos de um mês após a morte de Francisco, encerrando um período curto, porém intenso, de especulações e apostas. Só em plataformas digitais, mais de R$ 140 milhões circularam em palpites sobre o sucessor. O italiano Pietro Parolin era apontado como favorito, seguido por nomes das Filipinas, da África e do Oriente Médio.
O conclave deste ano segue a tradição dos últimos cem anos, em que as eleições não costumam durar mais do que cinco dias. O Vaticano, como de costume, não divulga detalhes do processo — mas a fumaça, silenciosa e simbólica, segue falando alto.
Agora, os olhos do mundo se voltam para a sacada. O nome, a origem e o estilo do novo Papa ditarão os rumos da Igreja nos próximos anos.
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