O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quinta-feira (3) um decreto para antecipar o pagamento do 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS. A medida segue o que já vinha sendo feito em anos anteriores e foi anunciada durante o evento “Brasil Dando a Volta por Cima”, uma cerimônia promovida pelo governo para exaltar as ações do petista nos dois primeiros anos de mandato.
A antecipação será feita em duas parcelas: a primeira entre 24 de abril e 8 de maio, e a segunda entre 26 de maio e 6 de junho, conforme o calendário do INSS. Mas, para além da propaganda oficial, o que isso muda na prática para os beneficiários?
A medida adotada pelo governo não é novidade. Foi utilizado nos governos anteriores do PT por meio de decretos e também foi adotado por Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia de Covid-19, quando o pagamento foi deslocado para o primeiro semestre. Desde então, virou rotina. Agora, sob Lula, a justificativa é “dar impulso à economia”.
Na prática, o calendário do INSS segue o mesmo modelo: quem recebe até um salário mínimo tem prioridade, seguido por aqueles que ganham acima do piso previdenciário. O número final do benefício define o dia do pagamento.
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